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De Guitarra, Milonga E Tento

Floreio Nativo

Letra

    A vida consome do cerne do angico no galpão
    E a cuia de mão em mão cirandeia a noite inteira,
    E a velha estrela boieira iluminando o rincão
    Refletindo no mourão as chilenas cantadeiras

    E as guitarras galponeiras contam causos esquecidos
    De certo tinha morrido a pureza deste chão (bis)

    [ai milonga, milonguita lá da serra,
    Traz recuerdos e saudades quando cruzo a cancela]
    (bis)

    O galpão é uma querência guardando causos antigos
    De um tempo ?veio? perdido nos lampejos da esperança
    Deixando como herança na curvatura da história
    Nosso passado de glória aos olhos de uma criança

    Laço velho enrudilhado foi feito do seu martins
    Guasqueiro destes confins, trançador de sentimentos
    (bis)

    Composição: Eduardo Arruda / Felipe Silveira / Maycon Silva. Essa informação está errada? Nos avise.

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