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Lagartixa Azul

Fonseca

Lagartija Azul

Ay mi lagartija que come araña,
La salamanqueja que la acompaña,
MI vieja vecina que las cuidaba,
Y si por los techos no caminaban

Una lagartija azul se me metio en la bañera
Azul solo era su cola y de ahi pa' rriba era negra
Juliana siempre me ha dicho que se llaman Julianitas
Ojitos de casta fina les decia la niña Alicia

Recuerdo que mi vecina
Armaba una algarabía
Deja la salamanqueja que de pronto se nos vuelan

Recuerdos que no se olvidan
Colores que me fascinan
Y hombe que suerte la mia poder tener esta vida

Coro:

Ay mi lagartija que come araña (y corre por la casa)
La salamanqueja que la acompaña (Trepa las pitayas
Mi vieja vecina que las cuidaba (y yo que las buscaba)
Y si por los techos no caminaban (ay y las añoraba)

Como les venia diciendo
estaba yo hipnotizado
que vengan de cola azul eso si es un invento raro
Juliana siempre me dijo
que mire al techo y al piso
por cada lobito visto es un deseo concedido

Recuerdo que mi vecina
armaba una algarabía
Deja la salamanqueja que de pronto se nos vuela

Recuerdos que no se olvidan
Colores que me fascinan
Y hombre que suerte la mia poder tener esta vida

Coro x2

Esa lagartija que come araña
Que se te trepa por la ventana
se me escabulle la condenada
y desde hace rato la busco yo
la niña alicia con mi vecina
están buscándola en la cocina
y que alguien la encuentre dice maía
porque esta fiesta fiesta ya se prendió

Que sigan
Que busquen
Adentro e'
Mi casa
Que sigan
Que busquen
Lo que hay es... parranda

Lagartixa Azul

Ai minha lagartixa que come aranha,
A salamandra que a acompanha,
Minha velha vizinha que as cuidava,
E se pelos telhados não andavam.

Uma lagartixa azul entrou na minha banheira
Azul só era sua cauda e de cima pra baixo era preta.
Juliana sempre me disse que se chamam Julianitas,
Olhinhos de casta fina, dizia a menina Alicia.

Lembro que minha vizinha
Fazia uma algazarra.
Deixa a salamandra que de repente voa pra longe.

Lembranças que não se esquecem,
Cores que me fascinam,
E homem, que sorte a minha poder ter essa vida.

Refrão:

Ai minha lagartixa que come aranha (e corre pela casa)
A salamandra que a acompanha (sobe nas pitaias)
Minha velha vizinha que as cuidava (e eu que as procurava)
E se pelos telhados não andavam (ai, e eu as desejava).

Como eu vinha dizendo,
Estava hipnotizado,
Que venham de cauda azul, isso sim é um invento raro.
Juliana sempre me disse
Que olhasse pro teto e pro chão,
Por cada lobinho visto é um desejo realizado.

Lembro que minha vizinha
Fazia uma algazarra.
Deixa a salamandra que de repente voa pra longe.

Lembranças que não se esquecem,
Cores que me fascinam,
E homem, que sorte a minha poder ter essa vida.

Refrão x2

Essa lagartixa que come aranha
Que sobe pela janela,
Se escabulle a danada
E há um tempão que a procuro.
A menina Alicia com minha vizinha
Estão procurando ela na cozinha,
E que alguém a encontre, diz a mãe,
Porque essa festa já começou.

Que continuem
Que procurem
Dentro da
Minha casa.
Que continuem
Que procurem
O que tem é... festa.

Composição: