Não Bebemos do Estige

Forja do Caos

Portões rangem no fundo do chão
O som desperta o que estava em prisão
Das covas sobem passos sem fé
O submundo escuta e sabe o que é

O silêncio tentou nos conter
Mas o rock não nasceu pra obedecer

Não bebemos do Estige
Não viemos pra esquecer
Tomamos o barco de Caronte
Pra fazer o inferno tremer

Óbolos caem no mundo além
O Barqueiro grita, perde o controle também
As almas sentem o pulso no chão
Batida viva dentro do caixão

Se a morte é porta, é pra quebrar
Destino nenhum vai nos calar

Não bebemos do Estige
Não viemos pra esquecer
Tomamos o barco de Caronte
Pra fazer o inferno tremer

Hades sente o chão vibrar
Seu trono range ao nos escutar
Pedal no fundo, distorção no ar
Nem Deus sustenta esse lugar

Não bebemos do Estige
Não viemos pra esquecer
Tomamos o barco de Caronte
Pra fazer o inferno tremer

Composição: Rodrigo Tarragô Ramos de Araújo. Essa informação está errada? Nos avise.

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