O Último Guardião da Luz

Forja do Caos

No alto da montanha, ergue-se a escuridão
Trovões rasgam o véu da criação
O vento ruge, o mundo cai em dor
Mas um homem resiste, portando o ardor

A chuva açoita, o tempo quer ruir
O fogo vacila, mas não vai cair
Em seus olhos brilha o juramento antigo
De ser a chama, o último abrigo

Sombras tentam me engolir
Mas meu espírito não vai ceder!

Sou o último guardião da luz!
Contra o caos, meu grito reluz!
Mesmo que o céu desabe em vão
Carrego a aurora em minha mão!

No coração do trovão há um chamado
O eco dos deuses há muito calado
Cada relâmpago escreve o destino
Do homem que enfrenta o divino

Que venha a noite, que venha o fim!
Minha chama arde dentro de mim!
Sou o fogo que desafia o além
Sou a luz que jamais se rende a ninguém!

Sou o último guardião da luz!
Na tempestade, minha alma conduz!
Mesmo que o mundo em trevas se vá
Meu clarão eterno brilhará!

E quando o silêncio enfim reinar
Da escuridão, meu nome ecoará

Sou o último guardião da luz!
Contra o caos, meu grito reluz!
Mesmo que o céu desabe em vão
Carrego a aurora em minha mão!

Sou o último guardião da luz!
Na tempestade, minha alma conduz!
Mesmo que o mundo em trevas se vá
Meu clarão eterno brilhará!

Composição: Rodrigo Tarragô Ramos de Araújo. Essa informação está errada? Nos avise.

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