Brittle Bones
Sick selfish hearts, it's my mess, but I digress again
Sick selfish hearts, it's my mess, but I digress again
I've seen the rope thrown to catch you tangle to a noose around your neck
I've seen the floodgates you build against the bad things come apart brick by brick
I've seen the gold things fade to a slightly darker shade
I've seen the lonely graves on the darkest days, when we had nothing to say
Here's to another year, a wretch
Here's to another year in wreck
Here's to the hell we go through
Here's to a royal fucking mess
I guess we're truly blessed
I sort of recall a time that I thanked God I was alive
And he looked me dead in the eye and he told me I'd be dead by twenty-five
Sick and tired of being restless, restless and tired of being sick
Haven't got a head or heart to call home, and I'm tired of wandering
Found myself in a very dark place, bitterness washed down with another drink
Been away for a while now, and I'm tired of wandering
So rest assured my friend, you'll wind up dying or wind up dead (oh)
Isn't it funny how all the good things segue into dead-weight, with every step you take?
And the clock ticks, subtle and silent to the rhythm of your mistakes
And the problems we create, and the clock ticks, again and again
And we lay in the mess we've made
Sick and tired of being restless, restless and tired of being sick
Haven't got a head or heart to call home, and I'm tired of wandering
Found myself in a very dark place, bitterness washed down with another drink
Been away for a while now, and I'm tired of wandering
Sick selfish hearts
Sick selfish hearts, this is my mess, but I digress
It's getting old now, just sticks and stones now, brittle bones
So it goes, so you think
I'll have you know I love the taste of my own medicine, because you make me fucking sick
Ossos Frágeis
Corações doentes e egoístas, é minha bagunça, mas eu me desvio de novo
Corações doentes e egoístas, é minha bagunça, mas eu me desvio de novo
Eu vi a corda sendo jogada pra te pegar, se enroscar como um laço no seu pescoço
Eu vi as barreiras que você construiu contra as coisas ruins desmoronarem tijolo por tijolo
Eu vi as coisas boas desbotarem para um tom um pouco mais escuro
Eu vi os túmulos solitários nos dias mais sombrios, quando não tínhamos nada a dizer
Um brinde a mais um ano, um miserável
Um brinde a mais um ano em ruínas
Um brinde ao inferno que passamos
Um brinde a uma bagunça real e fodida
Acho que somos realmente abençoados
Eu meio que me lembro de um tempo em que agradeci a Deus por estar vivo
E ele olhou bem nos meus olhos e me disse que eu estaria morto aos vinte e cinco
Cansado e doente de estar inquieto, inquieto e cansado de estar doente
Não tenho cabeça ou coração pra chamar de lar, e estou cansado de vagar
Me encontrei em um lugar muito escuro, amargura lavada com mais um drink
Fiquei fora por um tempo agora, e estou cansado de vagar
Então fique tranquilo, meu amigo, você vai acabar morrendo ou vai acabar morto (oh)
Não é engraçado como todas as coisas boas se transformam em peso morto, a cada passo que você dá?
E o relógio tique-taque, sutil e silencioso, no ritmo dos seus erros
E os problemas que criamos, e o relógio tique-taque, de novo e de novo
E nós deitamos na bagunça que fizemos
Cansado e doente de estar inquieto, inquieto e cansado de estar doente
Não tenho cabeça ou coração pra chamar de lar, e estou cansado de vagar
Me encontrei em um lugar muito escuro, amargura lavada com mais um drink
Fiquei fora por um tempo agora, e estou cansado de vagar
Corações doentes e egoístas
Corações doentes e egoístas, essa é minha bagunça, mas eu me desvio
Está ficando velho agora, só paus e pedras agora, ossos frágeis
Assim vai, assim você pensa
Vou te dizer que adoro o gosto do meu próprio remédio, porque você me deixa fodidamente doente