BUCLE
Money, money, money
Todas las historias son la misma historia
La misma historia
En un lugar del barrio cuyo nombre no recuerdo
Volqué to'a mi energía hasta poder oír a los muertos
Envuelto por las alas del ángel que me custodia
La historia se repite, cada etapa es transitoria
Oculto mi derrota bajo el ansia de victoria
Saboreo la gloria tras un sorbo de esperanza
Pongo todo en la balanza (hey)
Te entrego mi tiempo como fianza
Money, money, money, money, money, money, uh, money
Money, money, money, money, money, money, money
Encerrado en este bucle con vino, piezas del puzzle
Cada esquina huele a azufre, tengo espinas que me cubren
Me inculcaron sus costumbre y acabaron siendo mías
[?] En riquezas escrito en la profecía
Su influencia me guía
Ojos en espirales, hipnótica sintonía
Escalando por un rango, jerarquía
No he de ser, esta complicada la vía
¿Por qué tengo que hacerlo si no tengo una razón?
¿Por qué están convencidos de que tengo una misión?
¿Por qué si los desprecian le entregan su corazón?
¿Por qué hay días que siento que todo es una ilusión?
¿Por qué cuando despierto siento que se abre el telón?
¿Por qué sigo actuando y no paró la función?
¿Por qué continuo en la prisión?
¿Por qué consumo el veneno de la ambición?
Esa vieja historia, ah
Vuelve a repetirse una y otra vez
Solo hay una historia, ah
Siempre se repite una y otra vez
Bu-bu-bu-bu-bu-bu-bu-bucle
Bu-bu-bu-bu-bu-bu-bu-bucle
Bu-bu-bu-bu-bu-bu-bu-bucle
Bu-bu-bu-bu-bu-bu-bu-bucle
CICLO
Dinheiro, dinheiro, dinheiro
Todas as histórias são a mesma história
A mesma história
Em um lugar do bairro cujo nome não lembro
Derramei toda minha energia até poder ouvir os mortos
Envolto pelas asas do anjo que me guarda
A história se repete, cada etapa é transitória
Escondo minha derrota sob a ânsia de vitória
Saboreio a glória após um gole de esperança
Coloco tudo na balança (hey)
Te entrego meu tempo como fiança
Dinheiro, dinheiro, dinheiro, dinheiro, dinheiro, dinheiro, uh, dinheiro
Dinheiro, dinheiro, dinheiro, dinheiro, dinheiro, dinheiro, dinheiro
Preso nesse ciclo com vinho, peças do quebra-cabeça
Cada esquina cheira a enxofre, tenho espinhos me cobrindo
Me incutiram seus costumes e acabaram sendo meus
[?] Em riquezas escrito na profecia
Sua influência me guia
Olhos em espirais, hipnótica sintonia
Escalando por um ranking, hierarquia
Não devo ser, essa via é complicada
Por que tenho que fazer isso se não tenho uma razão?
Por que estão convencidos de que tenho uma missão?
Por que se o desprezam entregam seu coração?
Por que há dias que sinto que tudo é uma ilusão?
Por que quando acordo sinto que o pano se abre?
Por que continuo agindo e a função não para?
Por que continuo na prisão?
Por que consumo o veneno da ambição?
Essa velha história, ah
Volta a se repetir uma e outra vez
Só há uma história, ah
Sempre se repete uma e outra vez
Ci-ci-ci-ci-ci-ci-ci-ciclo
Ci-ci-ci-ci-ci-ci-ci-ciclo
Ci-ci-ci-ci-ci-ci-ci-ciclo
Ci-ci-ci-ci-ci-ci-ci-ciclo