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Navio Branco

Frágil

Nave Blanca

Todo el día trabajar
Nada podía ver de su ventana
El mar azul estaba lejos
El Sol, qué gran dolor, no se sentía

Hasta que un día se cansó
Tomó su traje y se marchó
Hasta un bar que no paró
Y bajo un árbol él se durmió

Fue una voz que le decía
Te invito a pasear dame tu mano
Ella reía y él no entendía
Porque al caminar miraba el Sol

Ella subió a la nave blanca
Y remontó entre las nubes
Él se quedó mirando el Sol
Ella jamás volvió

Él caminaba rumbo a casa
Y se sintió tan solo que no lloró

Se despertó de madrugada
Estaba el Sol tan solo en el jardín

Él se subió a la nave blanca
Y remontó entre las nubes
Nadie quedó mirando el Sol
Tampoco él volvió

Navio Branco

Trabalho o dia inteiro
Eu não conseguia ver nada da janela dele
O mar azul estava longe
O Sol, que grande dor, não foi sentido

Até que um dia ele se cansou
Ele pegou o terno e saiu
Mesmo um bar que não parou
E debaixo de uma árvore ele adormeceu

Era uma voz que lhe dizia
Convido você a andar me dê sua mão
Ela estava rindo e ele não entendeu
Porque ao caminhar eu olhei para o sol

Ela entrou no navio branco
E subiu através das nuvens
Ele olhou para o sol
Ela nunca voltou

Ele estava voltando para casa
E ele se sentiu tão sozinho que não chorou

Acordei de madrugada
O sol estava sozinho no jardim

Ele entrou no navio branco
E subiu através das nuvens
Ninguém ficou olhando o sol
Ele também não voltou

Composição: Álex Rojas / César Bustamante / Jorge Durand / Luis Valderrama / Octavio Castillo