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O Infinito, Mais ou Menos

Francesco Renga

L'infinito più o meno

Ho imparato a far sentire la mia voce anche in mezzo al rumore e
A raccontare un universo con le mie di parole
Anche stando in silenzio, pronunciare il tuo nome
E perdonare tutte le paure, accettare le sfide
E cercare un nuovo inizio dentro ad una fine
Vedere il colore delle rose anche dentro le spine

Tu mi hai indicato stelle con la mano
Come se fosse una strada che non conoscevo
La notte vista da un treno, un terremoto leggero
Così forte che tremo, ma che lo amo

Se con te io posso avere il cielo
Non mi accontento di meno
Io e te che siamo tutto il cielo
O l'infinito più o meno, più o meno, oh, oh-oh

Ho imparato a perdermi dentro ai miei passi per poi ritrovarmi
Per accettarmi negli sbagli, fare aquiloni con gli stracci
Mmh, e inventarmi dei sogni ogni volta che parli
E comunque poi lasciarmi andare, superare il confine
Di quell'ansia che non passa, ma si fa sottile
Puoi sentire il profumo delle rose anche dentro le spine

Tu mi hai indicato stelle con la mano
Come se fosse una strada che non conoscevo
La notte vista da un treno, un terremoto leggero
Così forte che tremo, ma che lo amo

Se con te io posso avere il cielo
Non mi accontento di meno
Io e te che siamo tutto il cielo
O l'infinito più o meno

E più cammino di continuo per il mondo più mi accorgo che
Il miglior profilo del futuro somiglia a te
Terra bruciata, l'hai coltivata
Dov'eri prima, ma dove sei stata?

Dov'eri prima, ma dove sei stata?

Tu mi hai indicato stelle con la mano
Come se fosse una strada che non conoscevo
La notte vista da un treno, un terremoto leggero
Così forte che tremo, ma che lo amo

Se con te io posso avere il cielo
Non mi accontento di meno
Io e te che siamo tutto il cielo
O l'infinito più o meno, più o meno, oh, oh-oh

O Infinito, Mais ou Menos

Aprendi a fazer minha voz ser ouvida mesmo no meio do barulho e
A contar um universo com as minhas próprias palavras
Mesmo ficando em silêncio, pronunciar o seu nome
E perdoar todos os medos, aceitar os desafios
E buscar um novo começo dentro de um fim
Ver a cor das rosas mesmo entre os espinhos

Você me apontou estrelas com a mão
Como se fosse uma estrada que eu não conhecia
A noite vista de um trem, um terremoto leve
Tão forte que eu tremo, mas eu o amo

Se com você eu posso ter o céu
Não me contento com menos
Eu e você que somos todo o céu
Ou o infinito mais ou menos, mais ou menos, ah, ah-ah

Aprendi a me perder nos meus passos para depois me encontrar
Para me aceitar nos erros, fazer pipas com trapos
Mmh, e inventar sonhos para mim toda vez que você fala
E, de qualquer forma, me deixar levar, superar o limite
Daquela ansiedade que não passa, mas se torna sutil
Você pode sentir o perfume das rosas mesmo entre os espinhos

Você me apontou estrelas com a mão
Como se fosse uma estrada que eu não conhecia
A noite vista de um trem, um terremoto leve
Tão forte que eu tremo, mas eu o amo

Se com você eu posso ter o céu
Não me contento com menos
Eu e você que somos todo o céu
Ou o infinito mais ou menos

E quanto mais caminho continuamente pelo mundo, mais percebo que
O melhor perfil do futuro se parece com você
Terra queimada, você a cultivou
Onde você estava antes, mas por onde você andou?

Onde você estava antes, mas por onde você andou?

Você me apontou estrelas com a mão
Como se fosse uma estrada que eu não conhecia
A noite vista de um trem, um terremoto leve
Tão forte que eu tremo, mas eu o amo

Se com você eu posso ter o céu
Não me contento com menos
Eu e você que somos todo o céu
Ou o infinito mais ou menos, mais ou menos, ah, ah-ah

Composição: Cheope, Edwyn Roberts, Gianluigi Fazio, Alex "Raige" Vella