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Caran-Can-Fu (part. Carlos Roldán)
Francisco Canaro
Caran-Can-Fu (part. Carlos Roldán)
Caran-Can-Fu (part. Carlos Roldán)
Eu não sei de onde venhoYo no sé de donde vengo
Nem sei pra onde vouNi sé para donde voy
Só sei que sou de São PauloSolo sé que soy porteño
E tô bem, onde estouY estoy bien, adonde estoy
Sou homem de quebrar tudoSoy varón de rompe y raja
Mas o que eu vou fazerPero qué le voy a hacer
Se por culpa do destinoSi por culpa del destino
Tenho nome de mulherTengo nombre de mujer
Insulto que vira brigaInsulto que se hace gresca
Na parte de trás do barEn trastienda de almacén
Sombra de vinte anos atrásPenumbra de hace veinte años
Com lampião a queroseneCon farol a kerosén
Me fizeram pra me cantarMe hicieron para cantarme
Ou pra dançar, sei láO pa' bailarme, según
Se não pra me fazer um somSi no para tararearme
¡Caran can can!¡Caran can can!
¡Caran can fún!¡Caran can fún!



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