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Quando minha China saiu (com Juan Carlos Rolón e Alberto Arenas)

Francisco Canaro

Cuando Mi China Se Fué (part. Juan Carlos Rolón y Alberto Arenas)

Mi china cuando se fue
Me dijo que no llorara
Cuando mi china se fue
Me dijo que no llorara
Que comiera y que bebiera
Y buena vida pasada

Yo comía, yo bebía
Y buena vida pasaba
El comía, el bebía
Y buena vida pasaba
Pero llegando la noche
Algo siempre me faltaba

Cuando me pongo a pensar
Que tuve un amor ingrato
Cuando me pongo a pensar
Que tuve un amor ingrato
Para ver si me consuelo
Bebo y como a cada rato

Pero al contemplar su foto
Y añorando me hizo grato
Pero al contemplar la foto
Y añorando me hizo grato
Con mucha razón me dijo
Que hacemos con el retrato

Cada vez que recordaba
Lo mucho que me quería
Cada vez que recordaba
Lo mucho que me quería
La nostalgia me alargaba
Al pensar que no estaría

En los brazos de Morfeo
Durmiendo de noche y día
En los brazos de Morfeo
Me apoliyo noche y día
Por eso es que ando penando
Que mala suerte, la mía

Quando minha China saiu (com Juan Carlos Rolón e Alberto Arenas)

Minha namorada chinesa quando ela partiu
Ele me disse para não chorar
Quando minha namorada chinesa foi embora
Ele me disse para não chorar
Deixe-o comer e beber
E uma boa vida passada

Comi, bebi
E ele viveu uma boa vida
Ele comeu, ele bebeu
E ele viveu uma boa vida
Mas, conforme a noite caía
Sempre faltava alguma coisa para mim

Quando começo a pensar
Que eu tinha um amor ingrato
Quando começo a pensar
Que eu tinha um amor ingrato
Para ver se consigo encontrar algum conforto
Eu bebo e como o tempo todo

Mas quando olhei para a foto dele
E a saudade disso me fazia feliz
Mas quando olhei para a foto
E a saudade disso me fazia feliz
Ele tinha toda a razão, disse-me ele
O que fazemos com o retrato?

Toda vez que eu me lembrava
O quanto ele me amava
Toda vez que eu me lembrava
O quanto ele me amava
A nostalgia me prolongou
Pensando que eu não seria

Nos braços de Morfeu
Dormindo noite e dia
Nos braços de Morfeu
Eu me deito noite e dia
É por isso que estou sofrendo
Que azar o meu, meu

Composição: Francisco Canaro