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Juana Rebenque (part. Guillermo Coral)

Francisco Canaro

Letra

Juana Rebenque (part. Guillermo Coral)

Juana Rebenque (part. Guillermo Coral)

Lá de trás, do ano novecentosDe allá, del año novecientos
Hoje sopram ventos distantesHoy soplan lejanos vientos

Do bar da blanqueadaDesde el boliche la blanqueada
Volta minha apaixonadaRegresa mi enamorada

Ela vem com as rajadas do ventoLa traen las ráfagas del viento
Morena do novecentosMorocha del novecientos

Tranças de noite, boca vermelhaTrenzas de noche, roja boca
Que faz meu coração lembrarQue evoca mi corazón

Juana Rebenque, era o nome delaJuana Rebenque, se llamaba
E Puente Alsina, a admiravaY Puente Alsina, la admiraba

Por ela me tornei poetaPor ella me hice payador
E conquistei o brilhoY conquiste el fulgor
Que havia em seu olharQue había en su mirada

Juana Rebenque, a chamavamJuana Rebenque, le decían
Porque era linda e a temiamPorque era guapa y la temían

Depois de todo aquele amorDespués de todo aquel amor
Amor de juventudeAmor de juventud
Que o vento espalhouQue el viento dispersó

Composição: Enrique Cadícamo. Essa informação está errada? Nos avise.

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