Tradução gerada automaticamente

La Canción de Amalia (part. Ernesto Famá)
Francisco Canaro
A Canção de Amália (part. Ernesto Famá)
La Canción de Amalia (part. Ernesto Famá)
O sangue do ano quarenta molhavaLa sangre del año cuarenta mojaba
Teu rosto divino, cor de jasmimTu rostro divino color de jazmín
Dolente azucena da tiraniaDoliente azucena de la tiranía
Jamais Buenos AiresJamás Buenos Aires
Te esquece, enfimSe olvida de ti
Sonhando, viviasSoñando vivias
Na chácara sozinhaEn la quinta sola
E o rio te davaY el río te daba
Sua linda cançãoSu hermosa canción
Suspiram os salgueirosSuspiran los sauces
Da rua compridaDe la calle larga
Ouvia-se ao longeSe oía a lo lejos
Um canto de amorUn canto de amor
Belgrano te amavaBelgrano te amaba
Jasmim tucumanoJazmín tucumano
A adaga de RosasLa daga de Rosas
Buscava seu peitoSu pecho buscó
Choraram de angústiaLloraron de angustia
Teus belos olhosTus bellas pupilas
Nas noites vermelhasEn las noches rojas
Do restauradorDel restaurador
Com fitas azuisCon cintas celestes
Em tuas tranças negrasEn tus trenzas negras
Abriste as portasLe abrías las puertas
Do velho jardimDel viejo jardín
Guitarras portenhasGuitarras porteñas
Contavam a glóriaDecían la gloria
Daqueles amoresDe aquellos amores
Cantavam por tiCantaban por ti



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