Piccolo Navio (part. Alberto Arenas)
C'era una volta un piccolo navio
Che non poteva, non poteva, navegar
Así cantaba a golpes de martillo
Un fuerte obrero, sin dejar de suspirar
Y mientras trabajaba
Su semblante reflejaba
Qué sufría
El más profundo dolor
Por más que lo intentó
Jamás pudo tener
A quien dio su corazón
Fue ese amor en quien cipró
Su querer y su ilusión
Y ya no correspondió jamás
Cómo debía ser a esa pasión
Frágil fue aquella infiel
Como un barco de papel
Nave que lo traicionó
Cantaba así
C'erá una volta piccolo navio
Che non poteva, non poteva, navegar
C'erá una volta piccolo navio
Che non poteva, non poteva, navegar
Hipócrita, ¿por qué?
Perque perque
Era un barco de papel
Pequeno Barco (part. Alberto Arenas)
Era uma vez um pequeno barco
Que não conseguia, não conseguia, navegar
Assim cantava a golpes de martelo
Um forte operário, sem parar de suspirar
E enquanto trabalhava
Seu rosto refletia
O quanto sofria
A mais profunda dor
Por mais que tentou
Nunca pôde ter
A quem deu seu coração
Foi esse amor em quem se apoiou
Seu querer e sua ilusão
E nunca correspondeu
Como deveria ser a essa paixão
Frágil foi aquela infiel
Como um barco de papel
Nave que o traiu
Cantava assim
Era uma vez um pequeno barco
Que não conseguia, não conseguia, navegar
Era uma vez um pequeno barco
Que não conseguia, não conseguia, navegar
Hipócrita, por quê?
Por que, por que
Era um barco de papel
Composição: Juan Andrés Caruso