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A Tapete

Francisco Gabilondo Soler (Cri Cri)

La Alfombra

Mandaron al conejo
a sacudir la alfombra
debajo del árbol viejo
de una rama la colgó.

Tomó su gran garrote,
se apretó el cinturón
y después de escupirse las manos
hasta tres el conejo contó.

Un, dos tres
¡Toma, toma, toma!
¡Ay, que bonito es golpear!
Con razón mi mamita me pega
cuando hago alguna maldad.

¡Toma, toma, toma!
también a ti te ha de tocar
porque ya son muchas las palizas
que me atizan a mi nada más.

¡Toma, toma, toma!
Con un poco de imaginación
yo me ciento como beisbolista
Y su bate que pega honron

¡Toma, toma, toma!
Bien quisieras tu ser de Bagdad,
como aquella alfombra encantada
y volando poder escapar.

Arrácatelas

A Tapete

Mandaram o coelho
sacudir o tapete
embaixo da árvore velha
uma rama ele pendurou.

Pegou seu grande porrete,
ajeitou o cinto
e depois de cuspir nas mãos
até três o coelho contou.

Um, dois, três
¡Toma, toma, toma!
¡Ai, que bonito é bater!
Com razão minha mamãe me bate
quando faço alguma maldade.

¡Toma, toma, toma!
também vai te tocar
porque já são muitas as surras
que só eu levo na real.

¡Toma, toma, toma!
Com um pouco de imaginação
me sinto como um jogador de beisebol
e seu bastão que dá home run.

¡Toma, toma, toma!
Bem que você queria ser de Bagdá,
como aquele tapete encantado
e poder voar e escapar.

Arraca-te!

Composição: Francisco Gabilondo Soler