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Gabriela

Francisco Herrera

Gabriela

Oriente cristalino
Tierra de Sol, torrentes de liquido espejo, suspiro de luz
En tus praderas de verde silencio nació una flor, vestida de brisa traviesa
De surcos de arena y mantos de Sol

Y era feliz en su jardín de amor sus siete pétalos eran su luz
Eran su dicha, su razón de ser, su vida
Y al mismo tiempo que la vio reír la vio llorar una noche de abril

Cuando con pétalos temor y dudas tuvo que partir
Soñando sin poder dormir con ala rotas tuvo que volar para vencer la
Absurda soledad que envolvió su alma
Y voló muy alto voló no importó el
Dolor que sentía aquella noche gris

Cruzó montañas y al final llegó
A un lugar incierto por demás
Una esperanza la vio renacer y volvió a vivir
Besó sus pétalos los vio reír
Y era un fantasma esa noche de abril

Gabriela flor de siete pétalos hoy es feliz

Gabriela

Oriente cristalino
Terra do Sol, torrentes de líquido espelho, suspiro de luz
Nas suas pradarias de verde silêncio nasceu uma flor, vestida de brisa travessa
De sulcos de areia e mantos de Sol

E era feliz em seu jardim de amor, suas sete pétalas eram sua luz
Eram sua alegria, sua razão de viver, sua vida
E ao mesmo tempo que a viu rir, a viu chorar numa noite de abril

Quando com pétalas de medo e dúvidas teve que partir
Sonhando sem conseguir dormir, com asas quebradas teve que voar para vencer a
Absurda solidão que envolveu sua alma
E voou bem alto, voou, não importou o
Dor que sentia naquela noite cinza

Cruzou montanhas e ao final chegou
A um lugar incerto demais
Uma esperança a viu renascer e voltou a viver
Beijou suas pétalas, as viu rir
E era um fantasma naquela noite de abril

Gabriela, flor de sete pétalas, hoje é feliz

Composição: Francisco Ruiz Herrera