Rosas Negras (part. Fernando Díaz)
Ya no podré mirarla
Nunca, nunca
Cuál rosa milagrosa
La de mis ensueños
Sus pétalos edeños
Rotos cayeron
Juguete del pampero
De tu desamor
Las horas que se fueron
Lejos.... Lejos
Llevaronce los sueños
Que no han de volver
Y hoy tengo de tú olvido
Rocío de angustias
Para las rosas mustias
De mi padecer
Si amar es sufrir
Detras de mi sonreír
Yo vivo mi lenta agonía
Y canto para ocultar el llanto
Huyendole al espanto
De la desilusión
De tu cruel desdén
Yo soy culpable, mi bien
Me acuso de amor infinito
Delito
De haber pisado en falso
Cayendo en el cadalso
De tu brutal traición
Rosas Negras (part. Fernando Díaz)
Já não poderei olhá-la
Nunca, nunca
Qual rosa milagrosa
A dos meus sonhos
Seus pétalos murchos
Caíram quebrados
Brinquedo do vento
Do seu desamor
As horas que se foram
Longe... Longe
Levaram os sonhos
Que não vão voltar
E hoje tenho do seu esquecimento
Orvalho de angústias
Para as rosas murchas
Do meu sofrimento
Se amar é sofrer
Por trás do meu sorrir
Eu vivo minha lenta agonia
E canto pra esconder o choro
Fugindo do medo
Da desilusão
Do seu cruel desprezo
Eu sou culpado, meu bem
Me acuso de amor infinito
Crime
De ter pisado em falso
Caindo no cadafalso
Da sua brutal traição
Composição: Alfredo Navarrine