395px

Boneco de Pano

Francisco Xavier

Muñeco de Trapo

Hoy te acercaste a mi lado
y sobre mi hombro dijiste adiós,
que tal vez me dolería pero sería lo mejor.

Yo te tomé entre mis brazos
preguntando al oido cuál fue la razón
y titubenado entre llanto rompiste mi corazón.

Me dijiste que él era un hombre,
que yo era un chiquillo
y tú una mujer.

Me pédiste que te comprendiera
que lo mío fue sólo
para olvidarte de él.

Me sentí un muñeco de trapo
que después de usado
se olvidan de él.

Luego tomaste tus cosas
con un beso hipócrita, marchaste con él,
de pronto un gran vacío,
de pronto te recordé.

Hoy en esa estampa tan bella
con esos modales,
toda una mujer,
que me hizo sertirme hombre
pero un muñeco también.

Me dijiste que él era un hombre,
que yo era un chiquillo
y tú una mujer.

Me pédiste que te comprendiera
que lo mío fue sólo
para olvidarte de él.

Me sentí un muñeco de trapo
que después de usado
se olvidan de él.

Boneco de Pano

Hoje você se aproximou de mim
E sobre meu ombro disse adeus,
Que talvez me doeria, mas seria o melhor.

Eu te peguei em meus braços
Perguntando ao pé do ouvido qual foi a razão
E titubeando entre lágrimas, você quebrou meu coração.

Você me disse que ele era um homem,
Que eu era um garoto
E você uma mulher.

Você me pediu para entender
Que o que tivemos foi só
Para te fazer esquecer dele.

Me senti um boneco de pano
Que depois de usado
Esquecem dele.

Depois você pegou suas coisas
Com um beijo hipócrita, foi embora com ele,
De repente um grande vazio,
De repente eu te lembrei.

Hoje nessa imagem tão linda
Com esses modos,
Toda uma mulher,
Que me fez sentir homem
Mas um boneco também.

Você me disse que ele era um homem,
Que eu era um garoto
E você uma mulher.

Você me pediu para entender
Que o que tivemos foi só
Para te fazer esquecer dele.

Me senti um boneco de pano
Que depois de usado
Esquecem dele.

Composição: Francisco Xavier