Secondo Imbrunire
Quei muri bassi
di pietra lavica
arrivano al mare
e da qui
ci passava ogni tanto
un bagnante in estate.
Sciara delle Ginestre
esposte al sole
passo ancora il mio tempo
a osservare i tramonti
e vederli cambiare
in Secondo Imbrunire.
E il cuore
quando si fa sera
muore d'amore
non ci vuole credere
che è meglio
stare soli.
Cortili e pozzi antichi
tra i melograni
chiese in stile normanno
e una vecchia caserma
dei carabinieri.
Passano gli anni
e il tempo delle ragioni
se ne sta andando
per scoprire che non sono
ancora maturo
nel Secondo Imbrunire.
E il cuore
quando si fa sera
muore d'amore
non si vuol convincere
che è bello
vivere da soli.
Segundo o Crepúsculo
Aqueles muros baixos
de pedra vulcânica
chegam até o mar
e daqui
passava de vez em quando
um banhista no verão.
Ladeira das Ginestre
expostas ao sol
passo ainda meu tempo
a observar os pores do sol
e vê-los mudar
no Segundo o Crepúsculo.
E o coração
quando chega a noite
morre de amor
não quer acreditar
que é melhor
ficar sozinho.
Pátios e poços antigos
entre as romãs
igrejas em estilo normando
e um velho quartel
dos carabinieri.
Os anos passam
e o tempo das razões
está se esvaindo
para descobrir que não sou
ainda maduro
no Segundo o Crepúsculo.
E o coração
quando chega a noite
morre de amor
não quer se convencer
que é bonito
viver sozinho.