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No Meio do Mundo

Frank Delgado

En La Mitad Del Mundo

Hay un punto en la mitad del mundo
Con su historia y más de una canción
Y quién soy yo para decir que allí he visto
El paso del tiempo como en un cajón
Y revolviendo los papeles cosas tiradas y enterradas
Caigo en la cuenta poco a poco que esto no ha cambiado casi nada
Igual lo odios y los rencores nuestro universo de incomprensiones
Igual la vida cantando alegre por tu ventana verde mañana.

Aquel poeta nunca llegó hasta parís
Todas sus cosas las escribió aquí.
Aquel poeta nunca llegó a parís
Todas sus cosas bellas las escribió aquí.

Anoche estaba el charly tocando
Acá no más como tres cuadras abajo
Le oí cantar la de los dinosaurios
Y pude soñar que en verdad se habían marchado.

Quise gritar un par de cosas
Pero de mi boca salen rosas
Y no tienen efecto esos milagros
Si todos siguen leyendo el diario
Como explicarme tantas cosas
Si faltan palabras y las horas
Pero tú sabes pa' que te cuento
Esto más que todo es de sentimiento.

El otro día lo comenzamos guitarreando
Con jaime con vicente y los muchachos
Y la verdad no tengo conclusiones
Tan sólo que ahí brillaron las canciones.
Y ya no hay como darse vuelta
Si algo te corre por las venas
Vamos muchacho pa' delante y nunca pienses que ya es tarde
Igual hay un camino de regreso donde seguro esperan besos
Nunca se olvidan las coordenadas algo te lleva siempre a tu amada.

No Meio do Mundo

Há um ponto no meio do mundo
Com sua história e mais de uma canção
E quem sou eu pra dizer que lá eu vi
O passar do tempo como em uma gaveta
E revirando os papéis, coisas jogadas e enterradas
Vou percebendo aos poucos que isso quase não mudou nada
Ainda assim, o ódio e os rancores, nosso universo de incompreensões
Ainda assim, a vida cantando alegre pela sua janela verde amanhã.

Aquele poeta nunca chegou a Paris
Todas as suas coisas ele escreveu aqui.
Aquele poeta nunca chegou a Paris
Todas as suas coisas lindas ele escreveu aqui.

Ontem à noite, o Charly estava tocando
Aqui mesmo, a três quadras abaixo
Eu o ouvi cantar a dos dinossauros
E pude sonhar que na verdade eles tinham ido embora.

Quis gritar um par de coisas
Mas da minha boca saem rosas
E não têm efeito esses milagres
Se todos continuam lendo o jornal
Como me explicar tantas coisas
Se faltam palavras e as horas
Mas você sabe pra que eu te conto
Isso mais que tudo é de sentimento.

Outro dia começamos a tocar violão
Com Jaime, com Vicente e os meninos
E a verdade é que não tenho conclusões
Só que ali brilharam as canções.
E já não tem como voltar
Se algo corre pelas suas veias
Vamos, garoto, pra frente e nunca pense que já é tarde
Ainda há um caminho de volta onde com certeza esperam beijos
Nunca se esquecem as coordenadas, algo sempre te leva à sua amada.

Composição: