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De Onde Estamos Até Aqui

Frank T

Desde Donde Estamos Hasta Aqui

Cansado de pensar y de pagar,de trabajar,
No encuentro la salida,
Cansado de mirar a un sol que me deslumbra,
Sin ti no me anormida.
Cansado de guardar en un baúl mis últimos deseos,
Cansado de pedirle al corazon que deje de latir
O que se extinga,
Pedir entre mis dedos.
Cansado de lavar cada semana un cesto de disfraces,
Cansado de saber que nunca gano,
Que no se gana,
Que no hay manera de salir de la desgana.
Todo me rodea y ni me toca,
Que siempre habrán paredes que me atrapen,
Que no me gusta estar atado y si me paro resbalo
Con mis dientes en una fruta que ya no crece ni me muerde.
Señales,y caen,las palabras caen,
Sobre almohadas altísimos,terribles,infinitas,
Y cubren el paisaje de animales veloces como maquinas,
Incrédulas imágenes sin vida.
Decido no saber lo que pase,igual que ayer
E igual al mes que viene,
Que algo hice mal,no se el que,
Pero seria atroz porque la gente se aparta con desden al verme.

Cansado de fumar,de rellenar la copa con excusas,
Que soy lo mismo a lo que soy,ni me resigno,
Ni me comparo,ni me imagino,
No pido explicaciones ni hago preguntas.
Cansado de bajar la tapa del retrete,

A fuerza te renuncias,
Desde donde estamos hasta aqui no lleno la nevera,
No bajo tu equipaje,ofrezco dudas.

Cansado como un atleta que se rinde,
Como una hoja que se cae,
Cansado,enciendo un cigarrillo con sorpresa,
Si no obteniera cambio mas que un traje.
Cansado,esta mañana no habra despertador,
No tomare en el ascensor un poco de aire,
Cansado,me dormire,ansiado de cafe,
Mi pantalon no aguanta tanto encaje.
Tendre que decidir adonde quiero ir

Cuando se acabe el baile,
Cuando se acabe el baile,
Cuando se acabe el baile

De Onde Estamos Até Aqui

Cansado de pensar e de pagar, de trabalhar,
Não encontro a saída,
Cansado de olhar para um sol que me ofusca,
Sem você não me animo.
Cansado de guardar em um baú meus últimos desejos,
Cansado de pedir ao coração que pare de bater
Ou que se apague,
Pedir entre meus dedos.
Cansado de lavar toda semana um cesto de fantasias,
Cansado de saber que nunca ganho,
Que não se ganha,
Que não há como sair da desmotivação.
Tudo me rodeia e nem me toca,
Que sempre haverá paredes que me prendem,
Que não gosto de estar amarrado e se eu paro escorrego
Com meus dentes em uma fruta que já não cresce nem me morde.
Sinais, e caem, as palavras caem,
Sobre travesseiros altíssimos, terríveis, infinitos,
E cobrem a paisagem de animais velozes como máquinas,
Imagens incrédulas sem vida.
Decido não saber o que acontece, igual a ontem
E igual ao mês que vem,
Que algo fiz de errado, não sei o que,
Mas seria atroz porque as pessoas se afastam com desdém ao me ver.

Cansado de fumar, de encher o copo com desculpas,
Que sou o mesmo do que sou, nem me resigno,
Nem me comparo, nem me imagino,
Não peço explicações nem faço perguntas.
Cansado de baixar a tampa do vaso,

À força você renuncia,
De onde estamos até aqui não encho a geladeira,
Não baixo sua bagagem, ofereço dúvidas.

Cansado como um atleta que desiste,
Como uma folha que cai,
Cansado, acendo um cigarro com surpresa,
Se não obtiver mudança além de um terno.
Cansado, esta manhã não haverá despertador,
Não vou respirar um pouco no elevador,
Cansado, vou dormir, ansioso por café,
Minha calça não aguenta tanto detalhe.
Vou ter que decidir aonde quero ir

Quando acabar a dança,
Quando acabar a dança,
Quando acabar a dança.

Composição: Accidents Polipoetics