Ser Ou Não Sei
Freitaz
Dentre o quórum já citado, faço em coro a minha astúcia
Firo a pira da pelúcia conhecida da infância
Medicada dedilhada, por tão valha dor sedada
Calha malha cá sarada, cura em si lá transformada
Vem demais tão transparente, torta sã capaz dormente
Lista a luz de um quadro ausente
Soma em paz, devassa sente, gera em transe fácil lente
Sem girado o galho ofício, deixa à palha agulha em frente
À procura não descrente, mente e falha o artifício
Faz da usura a própria mente, goza impura a tal serpente
Corta e fura como sempre, vaidade outrora a nós sofrida
Jaz à altura desmedida tão apropriadamente
Sem girado o galho ofício, deixa à palha agulha em frente
À procura não descrente, mente e falha o artifício
Calor de agora a sós amiga, joia rara a quem penhora
Nobre mágoa a lama afora, noz amarga apodrecida
Voz calada ensurdecida, busca a morte aonde mora
A nós deságua e sobra em vida



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