
Língua dos Anjos
Froid
Yeah, yeah-ahn, yeah-ahn, ahn
Sem segurança igual pedestre num passeio
A ideia que pudesse, lidar com minhas contas do mês
Sobre o tempo que tu perde, eu recuperei-o
Só existem dois lados, só dá pra escolher uma vez
Flores e flores, e quando a gente morre
Quando a gente é jovem o tempo é maior, a vida é enorme
O tempo é minha obra, diante dos olhos, derrama nos jovens
De frente pra orla, o céu é maior, seus olhos são óvnis
Só rezei pela paz no barraco
Bom, no frio um casaco
A força no motor que eu arranco, só me deixou a cor marrom do Marrocos
Ainda subi no barranco
A máscara é minha, eu arranco
Não confunda seu mal com meu rancor
Eu juro por Deus que eu sou de amor
Vou ter meu domingo de ramos
Você entenderia seu cantor, se falasse na língua dos anjos
A vida te obriga a virar o jogo, é pra gente fingir que tá pronto
Só quero saber quem inventou o fogo
Sementem ut feceris, ita metes
Attestam celeritatem
Sementem ut feceris, ita metes
Attestam celeritatem
O tempo passa, os meus erros não fazem sentido ainda
Esperar você pra fazer o quê, se a carne é o próprio prazer da vida?
Tenho uma arma na cinta-liga
Que é quando a persona materializa
Troca a cara na cirurgia e diz: Ninguém manda na minha vida
Quando eu raciocinei, percebi que eu não sei o que sinto por vocês
Mas eu vi um anjo chorando sozinho, contra um exército 666
Eis a questão pra explicar pá um pagão, que eu pequei porque sou poeta
O álcool divino no vinho era tinto e borrou as letras do profeta
Sementem ut feceris, ita metes
Attestam celeritatem
Sementem ut feceris, ita metes
Attestam celeritatem



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