The Labyrinth's Atrium
...And somehow she has entered into my mind
Captured my heart and taken my soul
These wicked mere thoughts penetrate you
Steal me from this forbidden reality.
Sweep me into pleasant blissful agony
I control the bitter images of fantasy
My jester, remove your puppet strings
And dance along this beautiful marionette.
A fearsome doll, this toy sheds tears like me
Withered in silence she suffers in the breeze
Spiders tangled in her web of passionate desires
Her shallow stare gazes into my hollow eyes.
My every touch to her leaves serenity's dismal mark
Awakened into a bitter labyrinth so cold and dark
Behind my back lies the forest by my side
Black tears in agony left betrayed in the atrium's light.
"The dawn of night revealed
Harmonic melodies of our world
A hymn abreast to glistening dew
Resonating waves form this girl.
A reticent soul drowning in water
Blasphemic nature embedded in night
A resurrection pulsates within you
As the labyrinth sheds its rays of light."
Oh! How your pulses beat faster, as with the rush of wind
The labyrinths atrium of our slumber, we have brought forth this mind
An eerie creation risen from this grave, my vision uplifts the veil
The sun drenched in blood on the water, conformity of life I prevail!
Her exquisite fabric of mourning, too pure for my spoken words
From the cedar tree woven with twilight, she sings my lullaby to learn
This wild pure curse of pity, flourished shadows beckon a silhouette
A fragrance of sadness my promise, a new day awakens my marionette.
O Átrio do Labirinto
...E de alguma forma ela entrou na minha mente
Capturou meu coração e levou minha alma
Esses pensamentos malignos te penetram
Me roubam dessa realidade proibida.
Me arraste para uma agradável e doce agonia
Eu controlo as amargas imagens da fantasia
Meu bobo, tire suas cordas de marionete
E dance junto a essa linda marionete.
Uma boneca temível, esse brinquedo chora como eu
Murcha em silêncio, ela sofre na brisa
Aranhas emaranhadas em sua teia de desejos ardentes
Seu olhar vazio fita meus olhos ocos.
Cada toque meu nela deixa a marca sombria da serenidade
Desperta em um labirinto amargo, tão frio e escuro
Atrás de mim está a floresta ao meu lado
Lágrimas negras em agonia deixadas traídas na luz do átrio.
“A aurora da noite revelou
Melodias harmônicas do nosso mundo
Um hino ao lado do orvalho cintilante
Ondas ressoantes formam essa garota.
Uma alma reticente se afogando na água
Natureza blasfema embutida na noite
Uma ressurreição pulsa dentro de você
Enquanto o labirinto derrama seus raios de luz.”
Oh! Como seus pulsos batem mais rápido, como com a correnteza do vento
O átrio do labirinto do nosso sono, trouxemos essa mente à tona
Uma criação estranha surgida deste túmulo, minha visão levanta o véu
O sol ensopado de sangue na água, a conformidade da vida eu prevaleço!
Seu tecido requintado de luto, puro demais para minhas palavras faladas
Do cedro tecido com o crepúsculo, ela canta minha canção de ninar para aprender
Essa maldição pura e selvagem de pena, sombras florescidas chamam uma silhueta
Uma fragrância de tristeza minha promessa, um novo dia desperta minha marionete.