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Malignidade

Frozen Mist

Malignity

CHORUS:
Hatred lies... You're so infectious.
In demise... Like poison embedded into my skin.
Hate alive... It drowns into my veins.
In your eyes... And breathes deep into my sin.
Hatred lies... You're so infectious.
In demise... As the poison sucks into my skin.
Hate alive... It drowns into my veins.
In your eyes... And breathes deep into my sin.

So cold and dark are the fruits of calamity
A precious symphony of erotic death.
As the sweetness briars all imagination
I am awakened by your pleasant breath.
So patiently awaiting dissonant romance
Threnody consumes the dance floor.
Swallow the night into bitter submission
Within agnostic black hearts so young and pure.

(REPEAT CHORUS)

Speak no evil. The inconspicuous refrains from immaculate hate.
Philanthropic benevolence is cursed upon the soul of our minds.
Drawn into quiet shades of lust from shattered memories of grain.
Our evil thoughts. My dishonest trust is mesmerized by your taste.

To the brink of utter restitution, it's cascading our every thought.
This panorama of lost excuses inspired only to capture distraught.

I lie awake in fear as it awaits my dear.
The purity of my own kind dissolved into my mind.
(REPEAT)

This fear turns to hate. Destructive and so desolate...
All alone I will always feel...
Forced entry, enclosed, forever concealed...
This fear burns my fate. Destructive and so desolate...
All alone, will I always feel???
A forced entry enclosed and forever concealed...

Malignidade

REFRÃO:
O ódio se esconde... Você é tão contagioso.
Na queda... Como veneno cravado na minha pele.
Ódio vivo... Ele se afunda nas minhas veias.
Nos seus olhos... E respira fundo no meu pecado.
O ódio se esconde... Você é tão contagioso.
Na queda... Enquanto o veneno suga minha pele.
Ódio vivo... Ele se afunda nas minhas veias.
Nos seus olhos... E respira fundo no meu pecado.

Tão frio e escuro são os frutos da calamidade
Uma preciosa sinfonia de morte erótica.
Enquanto a doçura espinhoso toda imaginação
Eu sou despertado pelo seu hálito agradável.
Tão pacientemente aguardando um romance dissonante
Um lamento consome a pista de dança.
Engula a noite em amarga submissão
Dentro de corações agnósticos tão jovens e puros.

(REPETE O REFRAO)

Não fale mal. O discreto se abstém do ódio imaculado.
A benevolência filantrópica é amaldiçoada na alma das nossas mentes.
Atraídos para sombras silenciosas de luxúria de memórias despedaçadas.
Nossos pensamentos malignos. Minha confiança desonesta é hipnotizada pelo seu gosto.

À beira da total restituição, está cascata em cada pensamento.
Esse panorama de desculpas perdidas inspirado apenas para capturar a angústia.

Eu fico acordado com medo enquanto isso aguarda meu querido.
A pureza da minha própria espécie se dissolveu na minha mente.
(REPETE)

Esse medo se transforma em ódio. Destrutivo e tão desolado...
Sozinho eu sempre vou me sentir...
Entrada forçada, enclausurado, para sempre escondido...
Esse medo queima meu destino. Destrutivo e tão desolado...
Sozinho, eu sempre vou me sentir???
Uma entrada forçada enclausurada e para sempre escondida...

Composição: