Crosshair
I divided the memory to six
I shot to miss, I shot to miss
Facing down the abyss
I shot to miss, I shot to miss
Waking to daybreak, a heart compensates
A mind set to break, spyglass and mistake
Forgo my sunrise for what I surmise
Is just a reprise for still unwise eyes
Stagger and retake the still burning ache
Use it to remake, leave naught in your wake
As the hammer chimes, establish baseline
An end that's entwined, this denouement of mine
Heart stops, gun cocked
I still want what I lost
But I know, if that's shown
Then I lose
I divided the memory to six
I shot to miss, I shot to miss
Facing down the abyss
I shot to miss, I shot to miss
Crosshair, pointing nowhere
Trying to forget
For ignorance is my bliss
I shot to miss, I shot to miss
Eyes on what I'd known, or thought I had known
A mind I'd made up, the stone already thrown
Ash and bone marrow, chasing a shadow
Muzzle reeling smoke, consequence of hope
Fingernails break skin, still found pride therein
Content to let it sit and watch the barrel spin
A new morning blooms, just as I assumed
It leaves me entombed in this shell I can't defy
Heart stops, gun cocked
At what cost do I haunt?
But I know to ask so
It would be too wise
I divided the memory to six
I shot to miss, I shot to miss
Facing down the abyss
I shot to miss, I shot to miss
Crosshair, pointing nowhere
Trying to forget
For ignorance is my bliss
I shot to miss, I shot to miss
Heart stops, gun cocked
I still want what I lost
But I know, if that's shown
Then I lose
Heart stops, gun cocked
The name drops, the world halts
And I'll go too far so
I know that it's real
Heart stops, gun cocked
Can't stay here at any cost
But I know, I wont let go
The rest of my life
I divided the memory to six
I shot to miss, I shot to miss
Facing down the abyss
I shot to miss, I shot to miss
Crosshair, pointing nowhere
Trying to forget
For ignorance is my bliss
I shot to miss, I shot to miss
Mira
Dividi a memória em seis
Eu atirei pra errar, eu atirei pra errar
Encarando o abismo
Eu atirei pra errar, eu atirei pra errar
Acordando ao amanhecer, um coração se ajusta
Uma mente prestes a quebrar, luneta e erro
Deixo meu nascer do sol pelo que eu presumo
É só uma reprise para olhos ainda tolos
Tonteio e retomo a dor que ainda queima
Uso isso pra refazer, não deixo nada pra trás
Enquanto o martelo soa, estabeleço a linha de base
Um fim entrelaçado, esse desfecho meu
Coração para, arma engatilhada
Ainda quero o que perdi
Mas eu sei, se isso for mostrado
Então eu perco
Dividi a memória em seis
Eu atirei pra errar, eu atirei pra errar
Encarando o abismo
Eu atirei pra errar, eu atirei pra errar
Mira, apontando pra lugar nenhum
Tentando esquecer
Pois a ignorância é minha felicidade
Eu atirei pra errar, eu atirei pra errar
Olhos no que eu conhecia, ou achava que conhecia
Uma mente que eu criei, a pedra já lançada
Cinzas e medula, perseguindo uma sombra
Boca soltando fumaça, consequência da esperança
Unhas quebram a pele, ainda encontro orgulho nisso
Contente em deixar assim e assistir o cano girar
Uma nova manhã floresce, assim como eu supunha
Me deixa enterrado nessa casca que não consigo desafiar
Coração para, arma engatilhada
A que custo eu assombro?
Mas eu sei que perguntar assim
Seria sábio demais
Dividi a memória em seis
Eu atirei pra errar, eu atirei pra errar
Encarando o abismo
Eu atirei pra errar, eu atirei pra errar
Mira, apontando pra lugar nenhum
Tentando esquecer
Pois a ignorância é minha felicidade
Eu atirei pra errar, eu atirei pra errar
Coração para, arma engatilhada
Ainda quero o que perdi
Mas eu sei, se isso for mostrado
Então eu perco
Coração para, arma engatilhada
O nome cai, o mundo para
E eu vou longe demais então
Eu sei que é real
Coração para, arma engatilhada
Não posso ficar aqui a qualquer custo
Mas eu sei, não vou soltar
O resto da minha vida
Dividi a memória em seis
Eu atirei pra errar, eu atirei pra errar
Encarando o abismo
Eu atirei pra errar, eu atirei pra errar
Mira, apontando pra lugar nenhum
Tentando esquecer
Pois a ignorância é minha felicidade
Eu atirei pra errar, eu atirei pra errar