Canção da Guerra do Prazer
Convite para um banquete desprezível
Dando aos perdedores a fraqueza
O primeiro-ministro miserável ri
Sem dizer uma palavra, o sábio se afoga
O canto dos artifícios, pessoas comuns
Parece que todos os cidadãos barulhentos morreram
Um crime sem culpa, mais uma vez imposto
Apenas esperando por quem canta o amor
Amor que não é cruel
Patriotismo dos poderosos
Chorando em segredo
Olha, grita, povo, canção de guerra de profanação
Esperanças não são concretas
Traído pelos parentes
Um ingênuo em delírio de prazer
Vem comigo, colheita de guerra
Silêncio tenso, embriaguez militar
Seguindo o pêndulo, um nome que se une ao destino
A canção manipulada se apaga como as flores de cerejeira
Sussurros se misturam, pois matamos
Um milionário com a consciência pesada
Declaração de prazer, colher errada
Silêncio, guerra, psiquiatria
Sedução, a cortesã do tempo é excelente
Nada mais que um ninguém que quer menosprezar os outros
Esta noite, elogiado pelo número de mortos em nome da justiça
Se eu matar a filha dele, ganho uma medalha
Palavras de ódio, da guerra, um pequeno brilho
Os mortos dançam entre os destroços
Vamos lá, floresça, floresça, canção da guerra do prazer
Uma canção de guerra de ilusões atormentadas
O príncipe da fundação abraça o bem
Renascendo em palavras de ódio
Mais uma vez, as crianças derrubam os blocos
Nada me assusta, só quero que acabe
Uma canção de ninar do demônio, vamos acabar com tudo
O festival dos disfarces, cada som escondido
Mais uma vez, cruelmente amado, patriotismo dos poderosos
Chorando em segredo, olha, grita, povo, colheita de profanação
Esperanças não são concretas, traído pelos parentes
Um ingênuo rigoroso, vem comigo, canção do bem
Lembrando os rostos mortos dos planos deles
Chorando com a voz de um bêbado solitário
O bem fraco não conhece a profanação
Adorando o prazer da virtude inexistente, somos humanos?
Ei, flores, canção da guerra do prazer