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Estúpida Sorte

Fulminacci

Stupida sfortuna

Ti troverò dentro a una foto
Sotto l'acqua mentre nuoto
Nella sabbia e nel cemento
Dentro un cinema all'aperto
Come un'allucinazione
In mezzo a tutte le persone
Che vanno chissà dove
E passeranno classifiche e Sanremi
Taxi, treni, aerei
E se mi stai ancora cercando
Sono dove stavo ieri
Ho solo più pensieri
Un po' meno fiducia
E qualche buona scusa
Ma pensa un po'

Stupida, stupida, stupida sfortuna
Tu come stai?
Gelida, gelida, gelida paura
Vienimi a prеndere, sto in mezzo a una strada
Continuo a pеrdere le chiavi di casa
Ma pensa un po'
Vado di corsa e resto indietro
E soffia il vento della metro
Tra le piastrelle colorate
E le rovine sotto a un vetro
C'è un manifesto col tuo nome
In mezzo a un fiume di persone
Che vanno chissà dove
E passeranno semafori e cantieri
Pianeti e buchi neri
E dai, facciamo i seri
Ma pensa un po'

Stupida, stupida, stupida sfortuna
Tu come stai?
Gelida, gelida, gelida paura
Vienimi a prendere, sto in mezzo a una strada
Continuo a perdere le chiavi di casa

E adesso il tempo è solo un mucchio di secondi
Di primavere e poi di nuovo rami spogli
Ma spero di essere il migliore dei tuoi sbagli
Ci credi o no?

(Stupida, stupida, stupida sfortuna)
Gelida, gelida, gelida paura
Dopo di te non l'ho più detto: A nessuna
Vorrei raggiungerti, ma qui c'è troppa notte
E poca luna e lo sai
(Stupida, stupida, stupida sfortuna)
Che ci penso anche se non ci penso
(Gelida, gelida, gelida paura)
Ogni volta che non mi addormento

L'infinito a me mi fa spavento
Come il cielo, come il mare aperto
Stupida sfortuna, starò più attento

Estúpida Sorte

Eu vou te encontrar dentro de uma foto
Debaixo d'água enquanto eu nado
Na areia e no cimento
Dentro de um cinema ao ar livre
Como uma alucinação
No meio de toda a galera
Que vai sabe-se lá pra onde
E vão passar por rankings e Sanremi
Táxis, trens, aviões
E se você ainda tá me procurando
Estou onde estava ontem
Só tenho mais pensamentos
Um pouco menos de confiança
E algumas boas desculpas
Mas pensa só

Estúpida, estúpida, estúpida sorte
E você, como tá?
Gelada, gelada, gelada medo
Vem me pegar, tô no meio da rua
Continuo perdendo as chaves de casa
Mas pensa só
Vou correndo e fico pra trás
E sopra o vento do metrô
Entre os azulejos coloridos
E as ruínas sob um vidro
Tem um cartaz com seu nome
No meio de um rio de pessoas
Que vão sabe-se lá pra onde
E vão passar por semáforos e obras
Planetas e buracos negros
E vamos lá, vamos ser sérios
Mas pensa só

Estúpida, estúpida, estúpida sorte
E você, como tá?
Gelada, gelada, gelada medo
Vem me pegar, tô no meio da rua
Continuo perdendo as chaves de casa

E agora o tempo é só um monte de segundos
De primaveras e depois de novo galhos secos
Mas espero ser o melhor dos seus erros
Você acredita ou não?

(Estúpida, estúpida, estúpida sorte)
Gelada, gelada, gelada medo
Depois de você não disse mais: A ninguém
Queria te alcançar, mas aqui tá muita noite
E pouca lua e você sabe
(Estúpida, estúpida, estúpida sorte)
Que eu penso em você mesmo quando não penso
(Gelada, gelada, gelada medo)
Toda vez que não consigo dormir

O infinito me dá medo
Como o céu, como o mar aberto
Estúpida sorte, vou ficar mais atento

Composição: