The Weeping Tree
Dare I dream
Of a sun shackled to slumber's chain
When the seeds of midnight
Sprout a blind rampage of misery
Cutting into my soul
And placing a penance therein
Would the wound heal over
With moss or lican
A symbiote scar of what has come before
Dare I remember
Many moons of autumn rupture
Despair would grow as grains will
In welcome for the coming reap(er)
Strong enough my arms once were
To hold a century's worth of nooses
Throttled tongues spake unanswered prayers
As a harvest moon hung above
An ever watchful eye
Lifeless and sullen, spirited away
My core is empty, dry and rotten
I'm dying in the lea
I've laid down armor
I've cast away my sword
My kingdom lies in etern
A Árvore Que Chora
Ousaria sonhar
Com um sol preso à corrente do sono
Quando as sementes da meia-noite
Brota uma fúria cega de miséria
Cortando minha alma
E colocando uma penitência ali
A ferida cicatrizaria
Com musgo ou lican
Uma cicatriz simbiótica do que já veio antes
Ousaria lembrar
Muitas luas de outono rompido
O desespero cresceria como grãos
Em acolhimento ao ceifador que se aproxima
Meus braços foram fortes o suficiente
Para segurar um século de laços
Línguas sufocadas proferiam orações não respondidas
Enquanto uma lua de colheita pairava acima
Um olho sempre vigilante
Sem vida e sombrio, levado embora
Meu núcleo está vazio, seco e podre
Estou morrendo na clareira
Deixei a armadura de lado
Descartei minha espada
Meu reino jaz na eternidade