Ślepych Dzień
Cia?a ich go?ymi r?kami otworzy?,
D?onie i ramiona w ich wn?trza utopi?,
T?tni?ce ?ywot sieci z nich wyszarpa?
I prawo?ci tych zawi?o?? rwaniem rozpl?ta?.
Cia?a ich z?amane ca?? si?? rzuci?
I twarze w ziemi? ja?ow? posadzi?,
A ?lin? od ksi?g wiecznych ??t? ich ochrzci?,
J? z morzem ich krwi w nowy ?wiat zmieni?.
Morzem niesko?czonym do nik?d p?yn??,
G??d trupem wci?? nowym, ?wie?ym zast?powa?
Kropl? szar? szale?stwem p?yn?c? poi?
I ze wzgard? s?o?cem nieskuszon? kona?!
Dia Cego
Corpos abertos com mãos nuas,
Braços e mãos afundam em suas entranhas,
A vida pulsante arranca deles,
E a justiça desses nós se desfaz em rasgos.
Corpos quebrados jogam toda a força?
E rostos na terra, eu os planto em vão,
E com a saliva dos livros eternos os batizo,
Eu os transformo em um novo mundo com o mar de seu sangue.
Navego em um mar infinito para lugar nenhum,
Um corpo em decomposição ainda substitui o novo,
Gota cinza fluindo em uma loucura,
E com desprezo o sol, impassível, morre!