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Sou um Vampiro

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I'm a Vampire

I have ever so much money
I'm gorgeous
And I can fly
I survied the Inquisition
Been a harlot
Been a queen
Survived for seven hundred years
And still look seventeen
Hon, one from whom you really should run
I despise the light of the sun
And I kill your kind just for fun
Cause I'm a vampire
Damn, I am what?
I am what I am
And I am impossibly glam
And I am happy as a clam
Cause I'm a vampire
Blanche, with a blood flow no one can stanch
A blood flow
A blood avalance
I'm a tidal wave of tarantulas

I never age and I'll never die
Unlike all the stars in the sky
I'll be young forever
But why?
Cause I'm a vampire
Dear, for whose victims I shed no tear
I am neither sweet nor sincere
And I'd rather drink blood than beer
Cause I'm a vampire
The sun will never touch me
I abhor its filthy light
I am the mistress of the damned
And of the children of the night
I have all the love I need
It is your blood I crave
I am the bitch goddess from beyond your grave
I can turn into a bat
I can cast the evil eye

Sou um Vampiro

Eu tenho muito dinheiro
Sou linda
E posso voar
Sobrevivi à Inquisição
Fui uma meretriz
Fui uma rainha
Sobrevivi por setecentos anos
E ainda pareço ter dezessete
Querido, é de você que eu realmente deveria fugir
Eu desprezo a luz do sol
E mato a sua espécie só por diversão
Porque sou um vampiro
Droga, eu sou o quê?
Eu sou o que sou
E sou impossivelmente glamourosa
E sou feliz como um marisco
Porque sou um vampiro
Branca, com um fluxo de sangue que ninguém consegue estancar
Um fluxo de sangue
Uma avalanche de sangue
Sou uma onda de tarântulas

Eu nunca envelheço e nunca vou morrer
Diferente de todas as estrelas no céu
Serei jovem para sempre
Mas por quê?
Porque sou um vampiro
Querido, cujas vítimas eu não choro
Não sou doce nem sincera
E prefiro beber sangue do que cerveja
Porque sou um vampiro
O sol nunca vai me tocar
Eu abomino sua luz imunda
Sou a senhora dos condenados
E das crianças da noite
Eu tenho todo o amor que preciso
É o seu sangue que eu desejo
Sou a deusa vadia do além do seu túmulo
Posso me transformar em um morcego
Posso lançar o olhar maligno

Composição: Stephin Merritt, Christopher Ewen