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Juana de Arcilla

Gabriela Carel

Letra

Juana Clay

Juana de Arcilla

Joan passeios ao longo das margens do tempoPor la rivera anda juana del tiempo
ojotas de carrinho de mão e oxidadoDe ojotas y carretilla oxidada
Anda empréstimos para HavenAnda pidiendo prestado al remanso
Um pouco de sua almaUn pedacito de su alma
Reunindo lentamente pá, dóiJuntando a pala despacio, que duele
A argila ela trabalhaEl barro que ella trabaja

O rio inventa seu coro de pedrasEl río inventa su coro de piedras
Com voz celestial de água amorCon voz celeste de agua enamorada
E Jane entende que você tem permissãoY juana entiende que tiene permiso
Enquanto abraços SalgueiroMientras el sauce la abraza
E vai pal 'curva ranchoY se va yendo pal’ rancho curvando
Os anos nas costasLos años sobre la espalda

Clay Juana sabe o segredoJuana de arcilla conoce el secreto
Dos murmúrios de terra em contatoDel que la tierra murmura en caricias
E enquanto gritando pa 'os quatro ventosY aunque gritara pa’ los cuatro vientos
Eu não sei quem quisesse ouvir!¡No sé quién la escucharía!
São as mãos simples, claras e abertasSon simples, claras y abiertas sus manos
Que a vida do moldeQue van moldeando la vida

Potter suspira bagunçaEl amasijo alfarero suspira
dedos rachados entre magiaEntre los dedos resecos de magia
Presume-se tigela futuroEs que presume futuro de cuenco
Voltar ao rio em tinajaVolver al río en tinaja
E Joan está compondo, algemadoY juana va componiendo, con vueltas
Seu trabalho na luz artesãoSu obra en luz artesana

Madeira dispara na fornalha suas tristezasLa leña enciende en el horno sus penas
E range em lágrimas de endiablada dançaY cruje en llanto de danza endiablada
Ele vai têmpera ao lado engavetamentoSe va templando el cacharro al costado
Apertando sonho e desejoJuntando sueño y nostalgia
E cozidos para vermelho, dóiY se cocina hasta el rojo, que duele
Com as nuvens no olharCon nubes en la mirada

Clay Juana sabe o segredoJuana de arcilla conoce el secreto
Dos murmúrios de terra em contatoDel que la tierra murmura en caricias
E enquanto gritando pa 'os quatro ventos ...Y aunque gritara pa’ los cuatro vientos…
Eu não sei quem quisesse ouvir!¡No sé quién la escucharía!
São as mãos simples, claras e abertasSon simples, claras y abiertas sus manos
Que a vida do moldeQue van moldeando la vida


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