Piccolo Attila
Iniziava l'estate di un anno fa
e tranquilli eravamo noi
quando entrammo ridendo in un prato che
di strana gente brulicava già.
Ci mettemmo seduti e dietro a noi
solo l'erba si stendeva
ma strisciavano a cento e a cento
gli sciacalli nell'oscurità.
Mille stelle in cielo splendevano
alti alberi tutti intorno a noi
dolci canti antichi suonavano
Piccolo Attila parlava a noi.
E diceva di verdi prati che
di rugiada brillavano nel sol
e guerrieri a cavallo intonavano
le canzoni degli antichi eroi.
Tutti in piedi ci alzammo e davanti a noi
gli sciacalli già fremevano,
avanzaron ghignando sicuri già
d'inseguire schiene nude.
Ma la mano di Piccolo Attila
contro il cielo stellato si levò
seminando il terrore calava giù
l'orda buia non rideva più.
E con la forza di un fiume in piena poi
Caricammo e la terra sotto noi
rimbombando tremava e gli alberi
ondeggiavano nel vento.
E mai più, mai più quel prato rivedrà
una sera come un anno fa
non si scioglierà mai la Compagnia
ma c'è chi non è più sulla via.
Come un'aquila ora vola lui
sorridendo alle stelle e ancor più su
e il suo flauto suonando ci guiderà
verso l'alba che sicura è già.
Iniziava l'estate di un anno fa
e felici eravamo noi
quando uscimmo ridendo da un prato che
due occhi a mandorla non scorderà.
Pequeno Átila
Começava o verão de um ano atrás
E éramos felizes nós
Quando entramos rindo em um campo que
De gente estranha já fervilhava.
Nos sentamos e atrás de nós
Só a grama se estendia
Mas rastejavam a centenas e centenas
Os chacais na escuridão.
Mil estrelas no céu brilhavam
Altas árvores ao nosso redor
Doces cantos antigos soavam
Pequeno Átila falava conosco.
E falava de verdes campos que
De orvalho brilhavam ao sol
E guerreiros a cavalo entoavam
As canções dos antigos heróis.
Todos de pé nos levantamos e diante de nós
Os chacais já se agitavam,
Avançaram rindo, já seguros
De perseguir costas nuas.
Mas a mão de Pequeno Átila
Contra o céu estrelado se levantou
Sembrando o terror, descia
A horda escura não ria mais.
E com a força de um rio em cheia então
Atacamos e a terra sob nós
Rangia e os árvores
Balançavam ao vento.
E nunca mais, nunca mais aquele campo verá
Uma noite como um ano atrás
A Companhia nunca se desfará
Mas há quem não está mais no caminho.
Como uma águia agora ele voa
Sorrindo para as estrelas e ainda mais alto
E sua flauta tocando nos guiará
Rumo ao amanhecer que já é certo.
Começava o verão de um ano atrás
E éramos felizes nós
Quando saímos rindo de um campo que
Dois olhos amendoados não esquecerá.