Guarda + Noi Pochi
Guarda questa terra, per lei ho combattuto,
per lei, e per chi altri? per lei ho sognato
e adesso guarda, guardati intorno:
perch? devo sbattermi? perch? devo affaticarmi?
C'? solo da piangere, c'? solo da gridare
e grido forte, grido, col cuore gonfio grido
ma chi mi sente pi??
Noi pochi, noi felici pochi
noi manipolo di fratelli.
Guarda questa terra, guardale e ricorda:
per lei, e per chi altri? per lei abbiam cantato
e adesso, guarda, guardati intorno:
perch? soffre ancora? Per chi levarsi il pane?
Nessuno con cui correre, nessuno per gridare
e noi gridiamo forte, noi due gridiamo ancora
ma chi ci sente pi??
Noi pochi, noi felici pochi
noi manipolo di fratelli.
Guarda questa terra, per lei ho sputato il sangue
per lei, e per chi altri? per lei ho ingoiato fiele
e adesso guarda, guardati intorno:
vale ancora la pena? Perch? soffre ancora?
Lo so, dovremmo correre, lo so che vuoi gridare
ma questa terra affonda,
Noi abbiamo ancora un cuore, ma chi ci sente pi??
Noi pochi, noi felici pochi
noi manipolo di fratelli.
La strada rimbomba
per noi che corriamo
le braccia son lunghe pi? su della mano
chi vuole cacciarci ora piange per terra
? frutto sudato di Piccola Guerra.
Noi pochi, noi felici pochi
noi manipolo di fratelli.
Noi pochi, noi felici pochi
noi manipolo di fratelli.
Non serve un castello per noi poca gente
un Buco ? un rifugio pi? che sufficiente
la piazza ? una reggia non certo da poco
? l? che il torneo cessa d'essere gioco.
Noi pochi, noi felici pochi
noi manipolo di fratelli.
Lottiamo di giorno per tutti i quartieri
nemici a migliaia e ne siamo fieri
La notte, risate davanti a una birra
per noi sono l'oro l'incenso e la mirra.
Noi pochi, noi felici pochi
noi manipolo di fratelli.
Copriamo le mura coi nostri pensieri
che volano in cielo su bianchi destrieri
ma poi coi capelli incrostati di colla
torniamo a combattere in mezzo alla folla.
Noi pochi, noi felici pochi
noi manipolo di fratelli.
La pioggia di fuoco terribile scende
e noi con lo sguardo di chi non si arrende
correndo nel fumo stringiamo un martello
ridiamo, siam folli votati al macello.
Guarda + Nós Poucos
Guarda essa terra, por ela eu lutei,
por ela, e por quem mais? por ela eu sonhei
E agora olha, olhe ao seu redor:
por que eu tenho que me esforçar? por que eu tenho que me cansar?
Só dá pra chorar, só dá pra gritar
e eu grito alto, grito, com o coração cheio eu grito
mas quem me ouve mais?
Nós poucos, nós felizes poucos
nós um punhado de irmãos.
Guarda essa terra, olhe pra ela e lembre-se:
por ela, e por quem mais? por ela nós cantamos
e agora, olha, olhe ao seu redor:
por que ainda sofre? Pra quem levantar o pão?
Ninguém com quem correr, ninguém pra gritar
e nós gritamos alto, nós dois ainda gritamos
mas quem nos ouve mais?
Nós poucos, nós felizes poucos
nós um punhado de irmãos.
Guarda essa terra, por ela eu cuspi sangue
por ela, e por quem mais? por ela eu engoli fel
e agora olha, olhe ao seu redor:
vale a pena ainda? Por que ainda sofre?
Eu sei, deveríamos correr, eu sei que você quer gritar
mas essa terra afunda,
Nós ainda temos um coração, mas quem nos ouve mais?
Nós poucos, nós felizes poucos
nós um punhado de irmãos.
A estrada ecoa
para nós que corremos
os braços são mais longos que a mão
quem quer nos expulsar agora chora no chão
é fruto suado da Pequena Guerra.
Nós poucos, nós felizes poucos
nós um punhado de irmãos.
Nós poucos, nós felizes poucos
nós um punhado de irmãos.
Não precisa de um castelo pra nós poucos
um buraco é um abrigo mais que suficiente
a praça é um palácio, não é pouca coisa
é lá que o torneio deixa de ser brincadeira.
Nós poucos, nós felizes poucos
nós um punhado de irmãos.
Lutamos de dia por todos os bairros
inimigos a milhares e temos orgulho disso
À noite, risadas diante de uma cerveja
pra nós são o ouro, o incenso e a mirra.
Nós poucos, nós felizes poucos
nós um punhado de irmãos.
Cobrimos as muralhas com nossos pensamentos
que voam ao céu em brancos corcéis
mas depois, com o cabelo grudado de cola
voltamos a lutar no meio da multidão.
Nós poucos, nós felizes poucos
nós um punhado de irmãos.
A chuva de fogo terrível desce
e nós com o olhar de quem não se rende
correndo na fumaça apertamos um martelo
rimos, somos loucos destinados ao massacre.