Tú y Yo Nunca
Siento como al desierto le crecen flores
Experimento dentro, colores de mil sabores
No es primera vez que siento la primavera
Pero ya aprendo
Que la primera vez, no siempre es la primera
Te voy a hacer sincera
Me siento en medio de una balacera
No es que no quiera
Es que ya no aguanto
Debería ser ilegal
Esto de pensarte tanto
En mi cabeza escapar no está del todo claro
Quisiera no anhelarte, olvidar, apagar el faro
No sé qué flor brotará de este capullo
Tú tan a lo tuyo
Y yo tan a lo tú y yo
Yo tan empeñada
Tú, tú tan a tu modo
Me miras como si nada
Te miro como si todo (na)
Ya necesito una balanza
No seguir con esto que hacia un vacío me lanza, avanza
Se feliz algún día sánate
Piensa que soy como el resto engáñate
El tiempo no para, dispara yo te aseguro
Nadie te ve como yo
Ya te lo dirá el futuro
Deberíamos escaparnos y amarnos
Hasta que nos blindemos de sentirnos
Pero es más fácil ignorarnos cómo si olvidarnos
Fuera solo dejar de escribirnos
Quisiera verlo todo tan fácil como lo ves
Sabiduría, insensatez te lo aclararé
Serás el mío aunque no estes yo siempre seré
La dama que protege al rey como en el ajedrez
Ojalá que alguien si yo te pierdo
Te haga sentir como lo que me haces sentir
Y si termino siendo solo un recuerdo
Espero ser de esos que te hagan sonreír
Me llevo esa sonrisa que hoy veo distinta
Mala mía algunas cosas se tatúan sin tinta
Como tu mirada, que naturales o rojos
Muero por desayunarme con el café de tus ojos
Una oveja negra
Encontró otra oveja negra
Y terminaron siendo la envidia de las blancas
Pero una de esas dos ovejas negras
Quiere seguir jugando
La otra espera en la banca
Te entiendo, todo esto ha sido muy extraño
Así como aquella flor
Que guarde por tantos años
Esa que hice libre
Cuando encontré aquel libro
Dije tu nombre y a la distancia sentí tu vibra
La consciencia y la razón no son una sola cosa
No se ponen de acuerdo como lo dice Santa Rosa
También cometo errores
Sigo siendo un ser humano
Ahora con los pies en la tierra
Y el corazón en tus manos
Me dices que te gusto
Que estremezco tu ser
Termine queriendo esto
Que empezó sin querer
Te prefiero, aunque a veces me confunde tu actitud
Me gustas, porque eres como yo en versión tú
Suficiente de lo imprudente
Porque quiero que sientas paz con quien te consiente
Eres un recipiente, llénate transparente
Y entiende que la felicidad no es intermitente
Yo sé que esto es diferente aunque nos empeñemos
En negar lo evidente
Te bendigo suelto y sigo
Pero ten presente
Que Aunque Tú y Yo Nunca
Tú y Yo Siempre (siempre)
Aunque tú y yo nunca (tú y yo siempre, tú y yo)
Aunque tú y yo nunca, tú y yo
Tú y yo
Aunque tú y yo nunca (tú y yo siempre, tú y yo)
Aunque tú y yo nunca, tú y yo
Você e Eu Nunca
Sinto como se no deserto flores brotassem
Experimento dentro, cores de mil sabores
Não é a primeira vez que sinto a primavera
Mas já aprendi
Que a primeira vez, nem sempre é a primeira
Vou ser sincera
Me sinto no meio de uma balacera
Não é que eu não queira
É que já não aguento
Deveria ser ilegal
Isso de pensar em você tanto
Na minha cabeça escapar não tá muito claro
Queria não te desejar, esquecer, apagar o farol
Não sei que flor vai brotar desse botão
Você tão a sua
E eu tão a você e eu
Eu tão determinada
Você, você tão do seu jeito
Me olha como se nada
Te olho como se tudo (nada)
Já preciso de uma balança
Não seguir com isso que me lança no vazio, avança
Seja feliz algum dia, se cure
Pensa que sou como os outros, engane-se
O tempo não para, dispara eu te asseguro
Ninguém te vê como eu
O futuro já vai te dizer
Deveríamos nos escapar e nos amar
Até que nos blindemos de nos sentir
Mas é mais fácil ignorar como se esquecer
Fosse só parar de nos escrever
Queria ver tudo tão fácil como você vê
Sabedoria, insensatez, vou te esclarecer
Você será meu, mesmo que não esteja, eu sempre serei
A dama que protege o rei como no xadrez
Tomara que alguém, se eu te perder
Te faça sentir como você me faz sentir
E se eu acabar sendo só uma lembrança
Espero ser daquelas que te fazem sorrir
Levo essa sorriso que hoje vejo diferente
Desculpa, algumas coisas se tatuam sem tinta
Como seu olhar, que naturais ou vermelhos
Morro de vontade de tomar café com seus olhos
Uma ovelha negra
Encontrou outra ovelha negra
E acabaram sendo a inveja das brancas
Mas uma dessas duas ovelhas negras
Quer continuar brincando
A outra espera na reserva
Te entendo, tudo isso tem sido muito estranho
Assim como aquela flor
Que guardei por tantos anos
Aquela que fiz livre
Quando encontrei aquele livro
Disse seu nome e à distância senti sua vibra
A consciência e a razão não são uma só coisa
Não se entendem como diz Santa Rosa
Também cometo erros
Continuo sendo um ser humano
Agora com os pés no chão
E o coração nas suas mãos
Você me diz que gosta de mim
Que eu estremesso seu ser
Acabei querendo isso
Que começou sem querer
Te prefiro, mesmo que às vezes sua atitude me confunda
Gosto de você, porque é como eu na versão você
Suficiente do imprudente
Porque quero que sinta paz com quem te consente
Você é um recipiente, encha-se transparente
E entenda que a felicidade não é intermitente
Eu sei que isso é diferente, mesmo que insistamos
Em negar o evidente
Te abençoo, solto e sigo
Mas tenha em mente
Que embora você e eu nunca
Você e eu sempre (sempre)
Embora você e eu nunca (você e eu sempre, você e eu)
Embora você e eu nunca, você e eu
Você e eu
Embora você e eu nunca (você e eu sempre, você e eu)
Embora você e eu nunca, você e eu