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O Barqueiro

Gaelic Storm

The Ferryman

Oh the little boats have gone,
from the breast of Anna Liffey,
and the Ferrymen are stranded on the quai,
The Dublin docks are dying,
and a way of life is gone
Its over Molly, over can't you see

Where the strawberry beds,
sweep down to the Liffey,
you'll kiss away the troubles from my brow
I love you well today
and I'll love you more tomorrow,
if you ever love me
Molly, love me now!

Now the only job I had,
it was hard, but never lonely.
The river ferry made a man of me.
And it's gone without a whisper,
and forgotten even now.
And Molly it was part of you and me!

Where the strawberry beds,
sweep down to the Liffey,
you'll kiss away the troubles from my brow
I love you well today
and I'll love you more tomorrow,
if you ever love me
Molly, love me now!

And now my work is over,
and I'll spend my days in rovin'.
I'll hear them whisper, "Charlie's on the dole..."
But Molly we're still livin',
and darlin' we're still young,
and the river never ruled my heart or soul!

Where the strawberry beds,
sweep down to the Liffey,
you'll kiss away the troubles from my brow
I love you well today
and I'll love you more tomorrow,
if you ever love me
Molly, love me now!

Where the strawberry beds,
sweep down to the Liffey,
you'll kiss away the troubles from my brow
I love you well today
and I'll love you more tomorrow,
if you ever love me
Molly, love me now!

Oh the little boats have gone,
from the breast of Anna Liffey,
and the Ferrymen are stranded on the quai,
The Dublin docks are dying,
and a way of life is gone
Its over Molly, over can't you see
Its over Molly, over can't you see
Its over
Molly, it's over
Molly, can't you see
Molly, its over, Molly
Can't you see

O Barqueiro

Oh, os barquinhos já se foram,
do seio da Anna Liffey,
e os barqueiros estão encalhados no cais,
Os portos de Dublin estão morrendo,
e um modo de vida se foi.
Acabou, Molly, acabou, não vê?

Onde as camas de morango,
descem até a Liffey,
você vai beijar as preocupações da minha testa.
Eu te amo bem hoje
e vou te amar mais amanhã,
se você algum dia me amar,
Molly, me ame agora!

Agora o único trabalho que eu tinha,
era duro, mas nunca solitário.
A balsa do rio me fez homem.
E se foi sem um sussurro,
e esquecido até agora.
E Molly, isso fazia parte de você e de mim!

Onde as camas de morango,
descem até a Liffey,
você vai beijar as preocupações da minha testa.
Eu te amo bem hoje
e vou te amar mais amanhã,
se você algum dia me amar,
Molly, me ame agora!

E agora meu trabalho acabou,
e eu vou passar meus dias vagando.
Vou ouvir sussurros, "Charlie está no seguro..."
Mas Molly, ainda estamos vivendo,
e querida, ainda somos jovens,
e o rio nunca governou meu coração ou minha alma!

Onde as camas de morango,
descem até a Liffey,
você vai beijar as preocupações da minha testa.
Eu te amo bem hoje
e vou te amar mais amanhã,
se você algum dia me amar,
Molly, me ame agora!

Onde as camas de morango,
descem até a Liffey,
você vai beijar as preocupações da minha testa.
Eu te amo bem hoje
e vou te amar mais amanhã,
se você algum dia me amar,
Molly, me ame agora!

Oh, os barquinhos já se foram,
do seio da Anna Liffey,
e os barqueiros estão encalhados no cais,
Os portos de Dublin estão morrendo,
e um modo de vida se foi.
Acabou, Molly, acabou, não vê?
Acabou, Molly, acabou, não vê?
Acabou.
Molly, acabou.
Molly, não vê?
Molly, acabou, Molly.
Não vê?

Composição: