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Parada Obrigatória

Galvão

Letra

    Nesta tarde de uma lua deveras inclemente
    Felizmente estou aqui, neste Bairro Tiradentes
    No Excelência em Sabor, vou matando a minha sede
    Enquanto aguardo, calmamente, o sol se pôr

    Entremente, curioso, observo o ambiente
    Doutro lado desta rua, a parada obrigatória
    Chipa, chipa é vendida solamente a um Real
    E a fila não termina
    Chipa (Chipá!) na brasa do tataquá

    Chipa, chipa vespertina
    Paraguaia ou correntina
    Samba, Polca, Chamamé
    Para quem mais que vier

    Para toda a famiada
    (Minha sede Severina...)
    Prus minino, pras minina
    Para os ôme e pras muié

    Prus minino, pras minina
    Para os ôme e pras muié
    E a fila não termina
    Chipa (Chipá!) com garapa e guaraná


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