The Floorboards Are Breathing
You pulled the hammer from the cupboard
In the Sunday best you’d wear
You spoke your vows into a bottle
Stalked his footsteps up the stairs
There’s no living in the present
We are alive beyond repair
Blanking at your own reflection
Despondent as you stare
You pulled the hammer from the cupboard
Filled your ashtray up with prayer
You hid your bruises in the plaster
With a brand new cross to bear
Pour your heart across the floorboards, too broken to care
Your hands, they trembled
Clutched around your ticket out
There’s no resemblance of the face you used to know
So pour your heart across the floorboards, too broken to care
Nails, nails, nails everywhere
Nails, nails everywhere
Nails, nails, nails everywhere
Nails, nails everywhere
As tábuas do assoalho estão respirando
Você puxou o martelo do armário
No domingo melhor você usaria
Você falou seus votos em uma garrafa
Stalked seus passos até as escadas
Não há como viver no presente
Estamos vivos além do reparo
Apagando sua própria reflexão
Desanimado enquanto olha
Você puxou o martelo do armário
Encheu seu cinzeiro com oração
Você escondeu suas contusões no gesso
Com uma nova cruz para carregar
Despeje seu coração pelas tábuas do assoalho, também quebrado para se importar
Suas mãos tremem
Agarrou seu ingresso
Não há semelhança do rosto que você costumava conhecer
Então, despeje seu coração nas tábuas do assoalho, quebrado demais para se importar
Unhas, unhas, unhas em todos os lugares
Unhas, unhas em todos os lugares
Unhas, unhas, unhas em todos os lugares
Unhas, unhas em todos os lugares