Il nido
Io non voglio essere quello che non sono.
Io non voglio fingere come insegna l'uomo.
Io non voglio andare, no, dove dice il vento
e nel mare, se ci andrò, è per remarci contro.
Io non voglio vincoli senza sentimenti.
Io non voglio alibi, scuse da perdenti,
non voglio prefiggermi obiettivi umani
e sono convinto che fin più su dei rami...
C'è
un angolo per me,
un buco ci sarà
per construire il nido,
che pianga o che rido.
C'è un'aquila in me
che grida libertà,
sta costruendo il nido
che nessuno raggiungerà.
Raggiungerà...
Raggiungerà...
nessuno mai
Raggiungerà...
Io non voglio vivere solo per i soldi
e suonare i soliti, quattro o cinque, accordi.
Ciò che voglio esprimere non è nella mente
e sono convinto che, oltre l'orizzonte,
C'è uno spazio libero, ma libero veramente.
C'è uno schermo cosmico che non pubblicizza niente,
c'è un afflusso liquido di fertili emozioni
nel bisogno insito di scrivere canzoni.
C'è
un angolo per me,
un buco ci sarà
per construire il nido,
che pianga o che rido.
C'è un'aquila in me
che grida libertà,
sta costruendo il nido
che nessuno raggiungerà.
Raggiungerà...
Raggiungerà...
nessuno mai
Raggiungerà...
Come un'aquila sarò costruendo il nido.
O Ninho
Eu não quero ser quem eu não sou.
Eu não quero fingir como ensina o homem.
Eu não quero ir, não, pra onde o vento diz
E no mar, se eu for, é pra remar contra.
Eu não quero laços sem sentimentos.
Eu não quero álibis, desculpas de perdedores,
Não quero me impor metas humanas
E estou convencido que ainda mais acima dos galhos...
Há
Um canto pra mim,
Um buraco vai ter
Pra construir o ninho,
Que eu chore ou que eu ria.
Há uma águia em mim
Que grita liberdade,
Está construindo o ninho
Que ninguém vai alcançar.
Vai alcançar...
Vai alcançar...
Ninguém nunca
Vai alcançar...
Eu não quero viver só por dinheiro
E tocar os mesmos quatro ou cinco acordes.
O que eu quero expressar não está na mente
E estou convencido que, além do horizonte,
Há um espaço livre, mas livre de verdade.
Há uma tela cósmica que não anuncia nada,
Há um fluxo líquido de emoções férteis
Na necessidade intrínseca de escrever canções.
Há
Um canto pra mim,
Um buraco vai ter
Pra construir o ninho,
Que eu chore ou que eu ria.
Há uma águia em mim
Que grita liberdade,
Está construindo o ninho
Que ninguém vai alcançar.
Vai alcançar...
Vai alcançar...
Ninguém nunca
Vai alcançar...
Como uma águia, eu estarei construindo o ninho.