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Letra

    Trago o destino de ter nascido pampeano
    Templado a sol e minuano na pradaria campeira
    Sou planiceiro... Sopro de prece jesuíta
    Que se morre ressuscita pra depois virar bandeira!

    Carrego heranças, de paisanos e fronteiros
    Com bufidos de pampeiros, espalhando luz e incenso
    Eu e o meu povo com um criollo alumbramento
    Vamos os dois tempo adentro haciendo pátria em silêncio!

    Sou meio yaguaretê
    Meio touro e cavayú
    Tenho alma de Martín Fierro
    E sangue de Tiarajú!

    Cada vez que canto, numa magia espontânea
    Se derrama uma guarânia, uma milonga, um chamamé
    Acordo as almas e os anjos da liberdade
    Que dormem na eternidade e só Tupã sabe o porque!

    Tenho mil potros relinchando no meu sangue
    Sou tutano do Rio Grande, misto de grito e de salmo
    Sou missioneiro, cantor gaucho deste chão
    Que a casco de redomão conquistamos palmo a palmo!

    Tenho algo de calandría
    De badalo e de cincerro
    Com alma de Tiarajú
    E sangue de Martín Fierro!

    Composição: João Sampaio / Noel Guarany / Robledo Martins. Essa informação está errada? Nos avise.

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