Mística
Me eleve como un globo
Por el vientre de mi madre
Y una chispa de fuego me encarnó
Y asi por eso naci, y olvide todo.
Despues abri los ojos bajo el agua
Y por cantarle a una sirena me cambio la voz,
Para ir buscandote.
Flotando a la deriva,
El faro de tu flor me hallo,
Curaste mi alma herida por
Sumar tu corazon al mio
Y no voy andando solo,
No voy andando solo.
Lo bueno de cantar en un cafe de enamorados
Es que siempre hay ocasion
Para mandarte un beso como iman,
De cuando en cuando,
Lo bueno de vivir elaborando
Una balada de juglar
Es el poder pensar y hablar de ti.
Ufana necesitas de algo
Que te hable de amor,
Yo en cambio no preciso nada
Desde que te conozco
Y se que no voy cantando solo,
No voy cantando solo.
Vivo aullandole a la luna
Y desde tu cintura clara
Salvo lo que sueño
Y lo que siempre espere
Para hacerte feliz
Por robarle a la ternura
Mi caricatura anclada en la virtud,
De ser la voz anonima de la mistica
Que es la musica que existe en todo.
La mistica es la calida belleza
Que gotea del pezon de la certeza universal
Que alumbra todas las cosas.
Y si yo pudiera dilatar
El tacito calor que se mantiene
Tras de todo lo que toca,
Lo pudiera ir tarareando.
Pero de que nos sirve tanta urbanidad
Y tanta comunicacion,
Si en todas partes
Sigue siendo una jungla
Que a todos roba la sonriza.
Ay si yo pudiera arrebatarle algun color
A este presente sin futuro
En el que el mundo se suicida
Lento, lento.
Somos polvora de un dios con nosotros
Como un beso olvidado.
Vivo aullandole a la luna
Y desde tu cintura clara
Salvo lo que sueño
Y lo que siempre espere
Para hacerte feliz
Por robarle a la ternura
Mi caricatura anclada en la virtud,
De ser la voz anonima de la mistica
Que es la musica que existe en todo.
Mística
Me eleve como um balão
Pelo ventre da minha mãe
E uma faísca de fogo me encarnou
E assim eu nasci, e esqueci tudo.
Depois abri os olhos debaixo d'água
E por cantar para uma sereia, minha voz mudou,
Para ir te procurar.
Flutuando à deriva,
O farol da sua flor me encontrou,
Você curou minha alma ferida por
Somar seu coração ao meu
E não estou andando sozinho,
Não estou andando sozinho.
O bom de cantar em um café de apaixonados
É que sempre há uma chance
De te mandar um beijo como um ímã,
De vez em quando,
O bom de viver criando
Uma balada de trovador
É o poder de pensar e falar de você.
Orgulhosa, você precisa de algo
Que te fale de amor,
Eu, por outro lado, não preciso de nada
Desde que te conheci
E sei que não estou cantando sozinho,
Não estou cantando sozinho.
Vivo uivando para a lua
E desde sua cintura clara
Salvo o que sonho
E o que sempre esperei
Para te fazer feliz
Por roubar da ternura
Minha caricatura ancorada na virtude,
De ser a voz anônima da mística
Que é a música que existe em tudo.
A mística é a beleza quente
Que goteja do mamilo da certeza universal
Que ilumina todas as coisas.
E se eu pudesse dilatar
O calor tácito que se mantém
Atrás de tudo que toca,
Eu poderia ir assobiando.
Mas de que adianta tanta urbanidade
E tanta comunicação,
Se em todo lugar
Continua sendo uma selva
Que rouba o sorriso de todos.
Ai, se eu pudesse arrancar alguma cor
Desse presente sem futuro
Em que o mundo se suicida
Devagar, devagar.
Somos pólvora de um deus conosco
Como um beijo esquecido.
Vivo uivando para a lua
E desde sua cintura clara
Salvo o que sonho
E o que sempre esperei
Para te fazer feliz
Por roubar da ternura
Minha caricatura ancorada na virtude,
De ser a voz anônima da mística
Que é a música que existe em tudo.