Mokushi, Aimai Na Ondo
Guren no naka samayo'u ishiki
Kore de saigo no itami to yorisotteitai
Fui ni irodori nakisugaru kako
Yuka ni chirabaru kotoba wa nani o imi suru?
Kizu yo fukaku...
Me o fusaide...
Genjitsu o kowasu nara reiketsu na ketsumatsu o
Nagasareru mama kuchihateru jiga sugaru risei
Asu sae mo tsukamezuni kasureteiku "sei" no oto
Doukoku no ame nuritsubusu risei ga waratteru
Mitasarenai oboreru ishiki
Kore de saigo no itami to yorisotteitai
Kazu o kazoete mukaeru owari
Yubi de nazotta akai akashi wa kienai
Kizu yo fukaku...
Me o fusaide...
Genjitsu o kowasu nara reiketsu na ketsumatsu o
Nagasareru mama kuchihateru jiga sugaru risei
Asu sae mo tsukamezuni kasureteiku "sei" no oto
Doukoku no ame nuritsubusu risei ga waratteru
Mokushi, Ondas Ambíguas
A consciência vagueia na escuridão
Quero me apegar a essa dor final
Um passado que chora em cores
O que significam as palavras espalhadas pelo chão?
Cicatriz, tão profunda...
Feche os olhos...
Se for pra destruir a realidade, que seja com um fim gelado
A razão se afunda enquanto a boca se abre sem controle
Até mesmo o "ser" se esvai, sem conseguir agarrar o amanhã
A chuva do lamento apaga a razão que ri
Uma consciência que não se sacia, se afoga
Quero me apegar a essa dor final
Contando os números até o fim que se aproxima
A marca vermelha que toquei com os dedos não desaparece
Cicatriz, tão profunda...
Feche os olhos...
Se for pra destruir a realidade, que seja com um fim gelado
A razão se afunda enquanto a boca se abre sem controle
Até mesmo o "ser" se esvai, sem conseguir agarrar o amanhã
A chuva do lamento apaga a razão que ri