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Liverpool

Gigliola Cinquetti

Liverpool

Io ti rivedo in quel giardino
in mezzo al sole, tra quei colori
e si rideva di un bianco poeta ch'era là
su una panchina dipinta di fresco davanti a noi,
io e te.
Regnava il sole in quel giardino
che adesso sembra Liverpool
con il cielo più grigio che c'è
senza te, da che parte voltarmi non so
ma perchè io mi sento straniera quaggiù?
No, no, no, da che parte cercarti non so.

Qui la domenica senso non ha, senza te
qui c'è una mano che affonda le unghie nel cuore mio
è un addio.

Regnava il sole sulla città
che adesso sembra Liverpool
con il cielo più grigio che c'è
senza te, da che parte voltarmi non so
Liverpool, io mi sento straniera quaggiù.
No, no, no, da che parte cercarti non so.

Liverpool

Eu te vejo de novo naquele jardim
no meio do sol, entre aquelas cores
e a gente ria de um poeta branco que estava lá
num banco pintado de fresco na nossa frente,
eu e você.
O sol reinava naquele jardim
que agora parece Liverpool
com o céu mais cinza que existe
sem você, pra que lado me virar não sei
mas por que eu me sinto estrangeira aqui?
Não, não, não, pra que lado te procurar não sei.

Aqui, o domingo não faz sentido, sem você
aqui tem uma mão que crava as unhas no meu coração
é uma despedida.

O sol reinava sobre a cidade
que agora parece Liverpool
com o céu mais cinza que existe
sem você, pra que lado me virar não sei
Liverpool, eu me sinto estrangeira aqui.
Não, não, não, pra que lado te procurar não sei.

Composição: