É de Reis
Gildomar Marinho
Ó preta o que tu faz no terreiro alheio?
Quem é essa moça que atravessa faceira
Pelo terreiro que a Lua alumeia
Vai rebolando ao tocar dos tambores
Não se dá conta do quanto me incendeia
Se é de Rosa, é de Reis! É a rainha da vez
E a plebe canta, faz um coro, uma feira
Se vem do Maracanã, dançando o maracatu
Quero esta noite o teu corpo, coreira
Ó preta o que tu faz no terreiro alheio?
Deixou a Ilha que ficou solitária
Atravessou, Boqueirão, maré cheia
Que nem cigana, dança em qualquer terreiro
Mas não se esqueça lá da Ponta da Areia
Ó preta o que tu faz no terreiro alheio?
Se é de Rosa, é de Reis! É a rainha da vez
E a plebe canta Faz um coro, uma feira
Se vem do Maracanã, dançando o maracatu
Quero esta noite o teu corpo, coreira
Ó preta o que tu faz no terreiro alheio?
Rosa nos deu de presente a morena
Que deu de ser dançarina, coreira
E o poeta com sua língua elegante
Faz uma loa pra mulata faceira



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