Glória
Gildomar Marinho
O que vale uma flor na voz de um cantor
Valeu a história
O que vale uma dor no peito de um herói
Valeu a glória
De heróis e bandos de incompreendidos
Fez-se grande luta, peleja, desdita
A sangue derramado dos que tombam cedo
Nessa luta onde o medo se faz canção
Na viuvez o pranto no peito de quem ficou
Chorou a espera
E que vive da terra feito plantação
Ao chão se aferra
E a mãe negra canta, aos mortos canta
E os órfãos dançam
À liberdade cantam
E os órfãos dançam
À vida, aos dons, aos santos
Que protegem quem vai, quem fica
E esperam o dia da vitória
Que vai chegar
E até lá serão mais sete guerras a se travar
Pois a espada é viva nas mãos do guerreiro
Braço, punho, peito feito a ferro e fé
Quando o cantor não cala
Lutador não tomba
Enquanto um não cala
Outro faz quizomba
Enquanto um não morre
Outro canta, canta, canta



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