Puente Pexoa
Te acordás cambacito, (mi chinita),
del puente Pexoa,
donde te besé,
que extasiado (a) en mis labios, (brazos),
tú me repetías,
no te olvidaré.
Tardecita de sol,
fiel testigo de amor,
en el puente Pexoa,
querido (a) del alma,
no existió el dolor.
Como estará,
en la ensenada el viejo ceibal,
los jazmineros y orquídeas en flor,
a quien canto dulcemente el zorzal.
Quiero volver,
a contemplarme en tu ojos camba
y que me beses como te besé,
bajo la sombra del jacarandá.
Y ese largo camino,
que hoy el destino,
de ti me alejó,
no podrá la distancia,
vencer a las ansias,
de unirnos tú y yo.
Entonces cantaré,
Nochecitas (tardecita) de amor,
a ese cielo divino,
cielo correntino,
que nos cobijo.
Como estará,
en la ensenada el viejo ceibal,
los jazmineros y orquídeas en flor,
a quien canto dulcemente el zorzal.
Quiero volver,
a contemplarme en tu ojos camba
y que me beses como te besé,
bajo la sombra del jacarandá.
Te acordás cambacito,
tú me repetías,
no te olvidaré.
Ponte Pexoa
Você se lembra, meu bem, (minha chiquinha),
do ponte Pexoa,
de onde te beijei,
que extasiado (a) nos meus lábios, (braços),
você me repetia,
"não vou te esquecer".
Tardezinha de sol,
fiél testemunha do amor,
no ponte Pexoa,
querido (a) da alma,
não existiu a dor.
Como estará,
na enseada o velho ceibal,
os jasmins e orquídeas em flor,
a quem canto docemente o sabiá.
Quero voltar,
para me olhar nos seus olhos, meu bem,
e que me beije como eu te beijei,
bajo a sombra do jacarandá.
E aquele longo caminho,
que hoje o destino,
de você me afastou,
não poderá a distância,
vencer a vontade,
de nos unir, eu e você.
Então cantarei,
Noites (tardezinhas) de amor,
aquele céu divino,
céu correntino,
que nos acolheu.
Como estará,
na enseada o velho ceibal,
os jasmins e orquídeas em flor,
a quem canto docemente o sabiá.
Quero voltar,
para me olhar nos seus olhos, meu bem,
e que me beije como eu te beijei,
bajo a sombra do jacarandá.
Você se lembra, meu bem,
você me repetia,
"não vou te esquecer".