Guantanamera
Yo soy un hombre sincero
De donde crecen las palmas
Yo soy un hombre sincero
De donde crecen las palmas
Y antes de morirme quiero
Echar mis versos del alma
Guantanamera
Guajira Guantanamera
Guantanamera
Guajira Guantanamera
Mi verso es de un verde claro
Y de un carmin encendido
Mi verso es de un verde claro
Y de un carmin encendido
Mi verso es un ciervo herido
Que busca en el monte amparo
I am a truthful man from this land of palm trees
Before dying I want to share these poems of my soul
My verses are light green
But they are also flaming red
(the next verse says,)
I cultivate a rose in June and in January
For the sincere friend who gives me his hand
And for the cruel one who would tear out this
heart with which I live
I do not cultivate thistles nor nettles
I cultivate a white rose
Cultivo la rosa blanca
En junio como en enero
Qultivo la rosa blanca
En junio como en enero
Para el amigo sincero
Que me da su mano franca
Guantanamera
Eu sou um homem sincero
De onde crescem as palmeiras
Eu sou um homem sincero
De onde crescem as palmeiras
E antes de morrer quero
Lançar meus versos da alma
Guantanamera
Guajira Guantanamera
Guantanamera
Guajira Guantanamera
Meu verso é de um verde claro
E de um carmim aceso
Meu verso é de um verde claro
E de um carmim aceso
Meu verso é um cervo ferido
Que busca no mato abrigo
Eu sou um homem verdadeiro dessa terra de palmeiras
Antes de morrer quero compartilhar esses poemas da minha alma
Meus versos são verde claro
Mas também são vermelho flamejante
(no próximo verso diz,)
Cultivo uma rosa em junho e em janeiro
Para o amigo sincero que me estende a mão
E para o cruel que arrancaria este
coração com o qual eu vivo
Não cultivo cardos nem urtigas
Cultivo uma rosa branca
Cultivo a rosa branca
Em junho como em janeiro
Cultivo a rosa branca
Em junho como em janeiro
Para o amigo sincero
Que me dá sua mão franca