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Letra

    Observo os meninos de rua que vivem sozinhos
    São crianças que nunca tiveram carinho
    Se expondo aos perigos e as tentações
    São crianças que lutam em busca da sobrevivência
    São partes ou vítimas da violência
    Talvez por não terem outras opções

    São crianças que nunca tiveram infância, nem medos
    Que usam as armas como seus brinquedos
    Que disputam na briga um pedaço de pão
    E bem cedo já são integrados a marginalidade
    Se tornam nocivos a sociedade
    Perdidos em meio à prostituição

    Eu queria revestir meus braços com aros de aço
    Poder abrigá-los dentro de um abraço
    Levá-los de volta ao caminho do bem
    Ensinar-lhes amor e respeito por seu semelhante
    Mostrar-lhes o quanto a vida é importante
    Provar-lhes que podem contar com alguém

    Mas eu sinto meus braços tão frágeis contra a correnteza
    Minha voz soa fraca não emite firmeza
    Sou tão pequenino dentro da multidão
    E assim como tantos assisto a essa decadência
    Tentando ignora a minha consciência
    Que insiste pra que eu tome uma posição
    Ah!ah!
    Que insiste, que insiste, que insiste
    Por uma posição
    Ah! Ah!


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