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Popurrí Desmadre (Ao Vivo da Arena Cidade do México)

Gloria Trevi

Popurrí Desmadre (En Vivo Desde La Arena Ciudad de México)

Al que no le caiga el saco, brincando, todos
Voy a platicar lo que me pasa en la cama
Cuando ya es de noche y yo me acuesto sin nada
Sin nada de sueño y cuento mil borregos
Y sueño con la crisis de un mundo tercero

Con un montonal de borregos arrastrados
Que eran arrastrados por un perro bien perro
Y ese perro que era todo un animal
Que se lo come el lobo en una Navidad

Lo que yo no entiendo es como siendo mil borregos
Le tienen tanto miedo a un poco loco
Rete tonto tosco lobo feo

Brincan, brincan los borregos
Dentro de un corral
Brincan, brincan los borregos
Brincan los borregos
Brincan los borregos
¡En el mismo lugar!

Brincan, brincan los borregos
Dentro de un corral
Brincan, brincan los borregos
Brincan los borregos
Brincan los borregos
¡En el mismo lugar!

Un borreguito, dos borreguitos, tres borreguitos saltan
Seis borreguitos, diez borreguitos, brincan y se cansan
Mil borreguitos saltan sin avanzar
Brincan, brincan, brincan, brincan
Los borregos

Brincan los borregos
Brincan los borregos
¡En el mismo lugar!

Que te vas una vez más
Pero esta vez sí será de verdad
Ahora yo te pido que saques tus cosas
Y al cruzar la puerta no regreses jamás

Eras tú el que decía amarme
Era yo la que llegó a adorarte
Ahora sé que contarás mil cosas
Que seré la mala de la historia

Habla blah blah de mí
Habla blah blah de mí, de mí, de mí

Di lo que quieras, habla de mí
Sigue mis pasos que yo iré por ahí
Di lo que quieras, habla de mí
Que todos sepan lo que hay dentro de ti

Vuelve eterna una leyenda
Esa a la que los como tú le huyan, le teman
Voy a ser esa, ya no la buena
Pensándolo bien de aquí ya nada te llevas

Habla blah blah de mí
Habla blah blah de mí, de mí, de mí

Y yo la paso bailando, cantando, logrando tanto, sin ti
Y tú estás imaginando, qué paso mis noches en vela
Muriendo por ti y yo la paso bailando
Amando mi libertad ya sin ti y cuando recuerdo
Tu nombre y tus besos, me río de ti

Y yo la paso bailando, cantando, logrando tanto sin ti
Y tú estás imaginando, qué paso mis noches en vela
Muriendo por ti y yo la paso bailando
Amando mi libertad ya sin ti
Y cuando recuerdo, tu nombre y tus besos, me río de ti

Me pondré, en la piel, camuflaje de mujer
Esconderé a la que se porta muy bien
Antifaz pasional y ahora si a portarme mal

Me despeino con el viento, acelero, voy sin frenos
Por las calles de la ciudad

La noche, a veces me quiere, otras me desconocen
Pero vale el riesgo por esos momentos
De los que luego yo ya ni me acuerdo

Y es que la noche, tiene sus rincones para los amantes
Donde se confunden algunos rufianes
Que si me persiguen me dejo atrapar
Luego escapo, acelero voy sin frenos por las calles

De la ciudad
De la ciudad
De la ciudad

Esa mujer necesita ser internada
¡Doctor!
No, no estoy loca
No, no soy un hámster, no

Creo que ya es tiempo de ir con el psiquiatra
Lo dijeron en mi casa y me trajeron casi arrastras
Pues cuando llego de noche
Y me quieren hacer un reproche

No oigo nada, no oigo nada y corro a la ventana
Pero del quinto piso el que salta se mata
Me pongo violenta viento adornos de casa
No estoy loca, no estoy loca, no estoy loca
Solo estoy, desesperada

Doctor Psiquiatra, ya no me diga tonterías
Doctor Psiquiatra, quiero vivir mi propia vida
Doctor Psiquiatra, yo no le pagaré la cuenta
Doctor Psiquiatra, ya no me mi-, ya no me mi-
Ya no mire más las piernas
No, no, no, no, no, no, no, no estoy loca

Creo que ya es tiempo de ir con el psiquiatra
Eso dijo el profesor y me corrió del salón
Y cuando no llego a clases
Manda a buscarme por todas partes
Yo me escondo, yo me escondo no entiendo lo que le pasa
Primero que me vaya y después que no salga
Cuatro paredes tristes prisión de enamoradas
No estoy loca, no estoy loca, no estoy loca
Solo estoy desesperada

Doctor Psiquiatra, ya no me diga tonterías
Doctor Psiquiatra, quiero vivir mi propia vida
Doctor Psiquiatra, yo no le pagaré la cuenta
Doctor Psiquiatra, ya no me mi-, ya no me mi-
Ya no mire más las piernas
No, no, no, no, no, no, no, no estoy loca

Yo soy Julieta, y en luna llena
Me vuelvo loba, y busco a Romeo
No estoy loca, no estoy loca, no estoy loca
Solo estoy, desesperada

Doctor psiquiatra, ya no me diga tonterías
Doctor Psiquiatra, quiero vivir mi propia vida
Doctor Psiquiatra, yo no le pagaré la cuenta
Doctor Psiquiatra, ya no me mi-, ya no me mi-
Ya no mire más las piernas
No, no, no, no, no, no, no, no

Doctor Psiquiatra, ya no me diga tonterías
Doctor Psiquiatra, quiero vivir mi propia vida
Doctor Psiquiatra, yo no le pagaré la cuenta
Doctor Psiquiatra, ya no me mi-, ya no me mi-
Ya no mire más las piernas
No, no, no, no, no, no, no, no

Doctor Psiquiatra
Doctor Psiquiatra
Doctor Psiquiatra
Doctor Psiquiatra, ya no me mi-, ya no me mi-
Ya no mire más las piernas
No, no, no, no, no, no, no, no estoy loca

Popurrí Desmadre (Ao Vivo da Arena Cidade do México)

Se a carapuça não servir, pulando, todos
Vou contar o que acontece na cama
Quando já é noite e eu me deito sem nada
Sem sono nenhum e conto mil carneirinhos
E sonho com a crise de um mundo terceiro

Com um monte de carneirinhos arrastados
Que eram puxados por um cachorro bem cachorro
E esse cachorro que era um baita animal
Que o lobo come no Natal

O que eu não entendo é como sendo mil carneirinhos
Eles têm tanto medo de um pouco louco
Bem bobo, tosco, lobo feio

Pulam, pulam os carneirinhos
Dentro de um curral
Pulam, pulam os carneirinhos
Pulam os carneirinhos
Pulam os carneirinhos
No mesmo lugar!

Pulam, pulam os carneirinhos
Dentro de um curral
Pulam, pulam os carneirinhos
Pulam os carneirinhos
Pulam os carneirinhos
No mesmo lugar!

Um carneirinho, dois carneirinhos, três carneirinhos pulam
Seis carneirinhos, dez carneirinhos, pulam e se cansam
Mil carneirinhos pulam sem avançar
Pulam, pulam, pulam, pulam
Os carneirinhos

Pulam os carneirinhos
Pulam os carneirinhos
No mesmo lugar!

Que você vai mais uma vez
Mas desta vez será de verdade
Agora eu te peço que pegue suas coisas
E ao cruzar a porta não volte jamais

Era você quem dizia me amar
Era eu quem chegou a te adorar
Agora sei que você contará mil coisas
Que serei a vilã da história

Fala blah blah de mim
Fala blah blah de mim, de mim, de mim

Diga o que quiser, fale de mim
Siga meus passos que eu vou por aí
Diga o que quiser, fale de mim
Que todos saibam o que há dentro de você

Torne eterna uma lenda
Aquela que os como você fogem, temem
Vou ser essa, já não a boazinha
Pensando bem daqui você não leva nada

Fala blah blah de mim
Fala blah blah de mim, de mim, de mim

E eu passo dançando, cantando, conquistando tanto, sem você
E você está imaginando, que passo minhas noites em claro
Morrendo por você e eu passo dançando
Amando minha liberdade já sem você e quando lembro
Seu nome e seus beijos, eu rio de você

E eu passo dançando, cantando, conquistando tanto sem você
E você está imaginando, que passo minhas noites em claro
Morrendo por você e eu passo dançando
Amando minha liberdade já sem você
E quando lembro, seu nome e seus beijos, eu rio de você

Vou me vestir, na pele, camuflagem de mulher
Esconder a que se comporta muito bem
Antifaz passional e agora sim a me comportar mal

Desgrenhada com o vento, acelero, vou sem freios
Pelas ruas da cidade

A noite, às vezes me quer, outras me desconhece
Mas vale o risco por esses momentos
Dos quais depois eu já nem me lembro

E é que a noite, tem seus cantos para os amantes
Onde se confundem alguns malandros
Que se me perseguem me deixo pegar
Depois escapo, acelero vou sem freios pelas ruas

Da cidade
Da cidade
Da cidade

Essa mulher precisa ser internada
Doutor!
Não, não estou louca
Não, não sou um hamster, não

Acho que já é hora de ir ao psiquiatra
Disseram em casa e me trouxeram quase arrastada
Pois quando chego à noite
E querem me dar um sermão

Não ouço nada, não ouço nada e corro para a janela
Mas do quinto andar quem pula se mata
Fico violenta, jogo enfeites da casa
Não estou louca, não estou louca, não estou louca
Só estou, desesperada

Doutor Psiquiatra, já não me diga besteiras
Doutor Psiquiatra, quero viver minha própria vida
Doutor Psiquiatra, eu não vou pagar a conta
Doutor Psiquiatra, já não me olhe, já não me olhe
Já não olhe mais as pernas
Não, não, não, não, não, não, não, não estou louca

Acho que já é hora de ir ao psiquiatra
Foi o que disse o professor e me expulsou da sala
E quando não vou às aulas
Manda me procurar por toda parte
Eu me escondo, eu me escondo não entendo o que lhe passa
Primeiro que eu vá e depois que não saia
Quatro paredes tristes prisão de apaixonadas
Não estou louca, não estou louca, não estou louca
Só estou desesperada

Doutor Psiquiatra, já não me diga besteiras
Doutor Psiquiatra, quero viver minha própria vida
Doutor Psiquiatra, eu não vou pagar a conta
Doutor Psiquiatra, já não me olhe, já não me olhe
Já não olhe mais as pernas
Não, não, não, não, não, não, não, não estou louca

Eu sou Julieta, e em lua cheia
Me torno loba, e procuro por Romeu
Não estou louca, não estou louca, não estou louca
Só estou, desesperada

Doutor psiquiatra, já não me diga besteiras
Doutor Psiquiatra, quero viver minha própria vida
Doutor Psiquiatra, eu não vou pagar a conta
Doutor Psiquiatra, já não me olhe, já não me olhe
Já não olhe mais as pernas
Não, não, não, não, não, não, não, não

Doutor Psiquiatra, já não me diga besteiras
Doutor Psiquiatra, quero viver minha própria vida
Doutor Psiquiatra, eu não vou pagar a conta
Doutor Psiquiatra, já não me olhe, já não me olhe
Já não olhe mais as pernas
Não, não, não, não, não, não, não, não

Doutor Psiquiatra
Doutor Psiquiatra
Doutor Psiquiatra
Doutor Psiquiatra, já não me olhe, já não me olhe
Já não olhe mais as pernas
Não, não, não, não, não, não, não, não estou louca

Composição: Gloria Trevi