Severed From the Self
Fractured delight, the spirit bends
Still this body never breathed.
Affected glimpses, behind my lonely hill of strangeled shadows,
Have fled. With voiceless words attached,
A stillness to which no silence can compare.
Though as the crack subsides, and dies the self within,
An atrocious pain rises.
It writhes! It writhes with mortal pangs.
And seraphs sob at Satan's fangs, in human gore imbued.
Now are thoughts thou shalt not banish,
Now are visions never to vanish:
Through chaos His light occurs still
Severance to thy damnation shall seem
As a blood-red fever burning,
Which would cling to Thee forever.
Affected beliefs, behind my lonely hill of strangeled shadows,
Arise. With vicious words attached,
An ode to which nothing can compare.
Separado de Mim Mesmo
Prazer fraturado, o espírito se curva
Esse corpo nunca respirou.
Vislumbres afetados, atrás da minha colina solitária de sombras emaranhadas,
Fugiram. Com palavras sem voz atadas,
Uma quietude à qual nenhum silêncio se compara.
Embora a fissura diminua, e o eu interior morra,
Uma dor atroz se ergue.
Ela se contorce! Ela se contorce com dores mortais.
E os serafins choram diante das garras de Satanás, imbuídos de sangue humano.
Agora são pensamentos que não deves banir,
Agora são visões que nunca hão de desaparecer:
Através do caos Sua luz ainda brilha
A separação para tua condenação parecerá
Como uma febre vermelha ardente,
Que se agarraria a Ti para sempre.
Crenças afetadas, atrás da minha colina solitária de sombras emaranhadas,
Ergam-se. Com palavras viciosas atadas,
Uma ode à qual nada se compara.