Santa Marinella
Questa storia, ha un'unica morale,
Vse v raspizdu-to maniacale, i paranormale
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O solnce Santa Marinelli, izlizannoi toboyu,
Ya poluchal ne raz, tai-da-rarara
V posolstvah S-SH-A otkaz
Tam nedaleko ot Rima
Est gorod Palestrina.
Zvezda pereferii, vsa v maslinah, stala nasha malina.
O mama Palestrina, vstrechayte pyanih pilligrimov,
Bez prava na viyezd, bez vizi na vdoh, bez vizi na vidoh..
Ya vzmolilsa " Che cazzo! Io porca Madonna!
Gde tletvorniy podyezd, ili etot otyezd delo musora provod.
Solo perch ti amo mia madre ah! Crescendo paranoia.
Solo perch ti amo mia madre ah! porca Madonna.
Mi oblika Russo amorale
Vseh v raspizdu-to mi ne zamarali
Da uno da due
Da uno da stronzo puttana
Na Americana (bazar takoi v Rime) vse.otstoyali (uno Mille Lire)
Poeti, yuristi, mediki - vse farzoi stali.
Hohlomu-samovari (redkost-tovari) vse fuflo tolkali (krutiye navari).
No drug pered drugom vsezh svoi otiezd opravdali:
Ya na Piazza Navona,
sidel, rastagival shkavarku,
nu, konechno, flirtoval,
no i semye pomogal
A ya na rimskoi mostovoi ya lezhal, zdal, bivoi?, oi-oi-oi,
Ya tak prosil pit, a tut eshe etot Papa (rimskiy)
Ya s detstva ego hotel zamochit
O kanoneri, ya vam dokazival ne raz,
Chto muzikantu vo vrema keifa
Smotret nuzhno pramo v glaz
Solo perch ti amo mia madre ah! Porca Madonna.
Solo perch ti amo mia madre ah! Crescendo paranoia.
Mi oblika Russo amorale
Vseh v raspizdu-to mi ne zamarali
Da uno da due
Da uno paranormale.
(Sono emigranto)
Da uno da due
Da uno stronzo merdoso
Da uno da due
Da uno porca puttana
(Spoken): Prekranaya nas ()
I ih-to mudohat, Zamudohal-mudohal la-la-la
A solnce Santa Marinelli
Vgrizalos nam v capillari.
A nasha nadezhda spolzala po stenam, muh ne otgonaya,
No vot kak-to odnazhdi, ne znayu, uzh, kak,
Prishlo I nam dobro iz-za okeana,
I togda, na rashodnak:
(Tarantella)
I togda na rashodnak!
Santa Marinella
Essa história tem uma única moral,
É tudo uma bagunça maníaca e paranormal.
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O sol de Santa Marinella, com você desgastada,
Eu já recebi várias vezes, tai-da-rarara.
Na embaixada dos EUA, um não foi dado,
Ali perto de Roma,
Tem a cidade de Palestrina.
A estrela da periferia, toda entre as oliveiras, se tornou nossa framboesa.
Oh mãe Palestrina, recebam os peregrinos bêbados,
Sem direito a saída, sem visto pra respirar, sem visto pra ver...
Eu implorei: "Que merda! Porra, Madonna!
Onde está a entrada do inferno, ou essa saída é só lixo?"
Só porque eu amo minha mãe, ah! Crescendo a paranoia.
Só porque eu amo minha mãe, ah! Porca Madonna.
Nós somos a cara da moral russa,
Todo mundo nessa bagunça não se importou.
Um, dois,
Um, seu filho da puta.
Na Americana (um bazar assim em Roma) tudo é uma merda (um mil liras).
Poetas, juristas, médicos - todos se tornaram farsantes.
Os samovares dos ucranianos (raridade de mercadorias) tudo era só conversa (coisas boas).
Mas um diante do outro, ainda assim, justificaram suas saídas:
Eu na Piazza Navona,
sentei, desabotoei a jaqueta,
sim, claro, flertei,
mas também ajudei a família.
E eu na ponte romana, eu deitei, me entreguei, fui?, oi-oi-oi,
Eu pedi tanto pra beber, e ainda tinha esse Papa (romano).
Desde criança eu queria acabar com ele.
Oh canhoneiro, já provei pra vocês mais de uma vez,
Que o músico, na hora da festa,
Deve olhar direto nos olhos.
Só porque eu amo minha mãe, ah! Porca Madonna.
Só porque eu amo minha mãe, ah! Crescendo a paranoia.
Nós somos a cara da moral russa,
Todo mundo nessa bagunça não se importou.
Um, dois,
Um, paranormal.
(Sou emigrante)
Um, dois,
Um, merda fedida.
Um, dois,
Um, porca puta.
(Falado): Maravilhosa nossa ()
E eles também se fodem, se fodendo, la-la-la.
E o sol de Santa Marinella
Entrou em nossos cabelos.
E nossa esperança escorregou pelas paredes, sem espantar as moscas,
Mas um dia, não sei como,
Veio a bondade de além do oceano,
E então, na despedida:
(Tarantella)
E então na despedida!